O eurodeputado do PSD participou na conferência “Produtividade e Competitividade da Indústria em Portugal”, iniciativa promovida pelo jornal ECO com apoio do grupo parlamentar do PPE e que reuniu representantes da indústria, reguladores e decisores políticos
João Rodrigues revelou que o novo Plano Diretor Municipal prevê uma via entre o “nó da Arcada” e a Serra do Carvalho, para escoar o trânsito de atravessamento de e para a zona este
Paulo Chaves, deputado do PSD/Açores, destacou que “o novo prémio para a primeira instalação de jovens agricultores está fixado nos 55 mil euros, sem discriminação por hectare”
No próximo domingo, seremos chamados a participar na primeira volta das eleições presidenciais. Tudo indica que esta votação não determinará ainda o próximo Presidente da República, mas será decisiva para definir os dois candidatos que avançarão para a segunda volta em fevereiro. Luís Marques Mendes é, sem dúvida, o candidato que merece a confiança total e inquestionável dos portugueses.
As sondagens mais recentes revelam um cenário inédito na nossa democracia: cinco candidatos com possibilidades reais de passar à fase seguinte. Esta dispersão de intenções de voto é um reflexo do tempo em que vivemos — mais plural, mais exigente e também mais imprevisível.
É precisamente por isso que devemos encarar este momento com especial sentido de responsabilidade.
Ao observar atentamente o discurso e as propostas dos vários candidatos, não posso deixar de manifestar preocupação com alguns caminhos que poderão resultar das escolhas de domingo.
A função presidencial exige equilíbrio, ponderação e capacidade de unir; exige alguém que compreenda o valor das instituições e que saiba exercer influência sem cair na tentação de governar a partir de Belém.
Luís Marques Mendes é, sem dúvida, o candidato que corresponde a estes predicados.
Num contexto em que surgem vozes que recorrem ao populismo, ao radicalismo ou a narrativas antissistema, importa recordar que a Presidência da República não é palco para confrontos ideológicos nem instrumento de rutura. É, antes de mais, uma magistratura de influência que deve promover diálogo, estabilidade e confiança.
Ser Presidente é saber construir pontes, acompanhar a governação sem a substituir, falar quando necessário e, sobretudo, escutar o país.
Também aqui, Luís Marques Mendes é o candidato que mais garantias dá aos portugueses.
Por isso, deixo um apelo à mobilização cívica: conversem com familiares e amigos, incentivem-nos a votar, reforcem a importância de uma participação consciente e informada. A democracia fortalece‑se quando cada um de nós assume o seu papel com seriedade.
Emília Santos
Diretora Povo Livre
O Primeiro-Ministro alertou para o perigo das generalizações no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e garantiu que os tempos de espera nos hospitais este ano “são mais baixos” do que em 2025.
Esta segunda-feira, 12 de janeiro, na inauguração da sede da Direção Executiva do SNS, Luís Montenegro reconheceu que se vive “um tempo estranho” e que há uma “absoluta desproporção” entre o trabalho que os profissionais de Saúde prestam nos hospitais e a “onda noticiosa”. E continuou: “Os tempos de espera nas urgências em Portugal são os mais baixos deste ano que foram o ano passado, mais baixos que foram há dois anos, mais baixos que foram há três, há quatro e há cinco anos. São os melhores dos últimos cinco anos. São os melhores do ponto de vista do desempenho. Repito, isto não é motivo para nós estarmos satisfeitos porque nós podemos melhorar ainda mais”, salientou.
Luís Montenegro avançou com algumas explicações para os desafios que o SNS enfrenta, nomeadamente o aumento de utentes. “O nosso Serviço Nacional de Saúde tem o constrangimento de ver muitos dos seus quadros qualificados procurarem oportunidades no estrangeiro e, portanto, ver migrar muitos dos seus recursos humanos e, ao mesmo tempo, ver ingressar no país muitos migrantes que têm e, muito bem, direito a uma resposta de saúde”, disse.
Luís Montenegro referiu que o aumento dos utentes do Serviço Nacional de Saúde está relacionado “precisamente com o aumento da população residente em Portugal, fruto, nomeadamente, dos ciclos migratórios que tivemos nos últimos anos e que é um desafio novo a que o SNS não estava tão habituado”.
A sede da Direção Executiva do SNS, criada em 2022, fica situada no Porto, num edifício moderno e apetrechado, deixando de funcionar de forma provisória no Hospital de S. João.



O Governo aprovou na quarta-feira, 7 de janeiro, a compra de 275 novas viaturas para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), num investimento de 16,8 milhões de euros, anunciou o Primeiro-Ministro, para reforçar o sistema de emergência médica.
“Quero começar por expressar em nome do Governo as nossas condolências às famílias das pessoas que faleceram nas últimas horas e que não terão tido a resposta mais rápida do sistema de emergência, apesar do reforço feito na região de Setúbal e de Lisboa que envolve a totalidade das ambulâncias disponíveis”, afirmou.
Na quinta-feira, 8 de janeiro, no debate quinzenal na Assembleia da República, Luís Montenegro anunciou também que o Conselho de Ministros iria “aprovar as resoluções para o lançamento do concurso para a construção do novo Hospital do Algarve, uma obra estrutural que se junta a outras como o Hospital de Todos os Santos em Lisboa”.
“Já hoje, em reunião entre a ministra da Saúde e a senhora ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, foi também decidido criar uma resposta rápida entre 400 e 500 camas em unidades intermédias para poder tirar do sistema hospitalar casos sociais que retiram capacidade precisamente para as situações de emergência”, acrescentou.
Segundo o Primeiro-Ministro, “todos estes investimentos” enquadram-se numa “reforma profunda do INEM que está em curso” para que haja “uma mais rápida resposta do serviço de emergência médica”.
“Estamos já a implementar a modernização tecnológica dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) e a alteração do sistema de triagem. Em 2026, prosseguiremos a reforma estrutural da saúde para garantir uma resposta rápida, eficaz e humana em todo o território”, prosseguiu.
A propósito da compra de veículos para o INEM, Luís Montenegro lembrou que “nos últimos dez anos apenas tinham sido adquiridos para o INEM 100 veículos num total de 4,2 milhões de euros”.
“Ou seja, em dez anos foi gasto um quarto do que este Governo decidiu ontem mesmo investir. Estamos a resolver um problema crónico e a inverter um desinvestimento que herdámos com consequências evidentes e graves”, apontou.
Luís Montenegro falou ainda sobre transportes e mobilidade, precisando que o Governo vai comprar mais material circulante para a CP, estando a preparar o estudo de concessões e subconcessões e a preparar liberalização do mercado, como já era conhecido.
No domínio da habitação, o Governo vai apresentar o terceiro pacote deste setor, centrado na área da justiça, para dar maior celeridade aos despejos e agilizar a resolução de heranças indivisas. “Um Estado pesado é um obstáculo à dinamização do país”, destacou.
No plano económico, o Primeiro-Ministro estima que a economia portuguesa tenha registado um crescimento “a rondar os 2%” e que tenha havido um excedente orçamental de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025.
“Estamos a transformar Portugal com ambição e realismo, entramos em 2026 com renovado ímpeto reformista”, destacou o Primeiro-Ministro, sublinhando que Portugal é um dos países da Europa que mais cresce. Em 2026, a estimativa de crescimento é de 2,6%, a dívida pública continuará em trajetória descendente, a taxa de desemprego manter-se-á historicamente baixa e o emprego historicamente alto.
E, no contexto internacional, Luís Montenegro garante que o Governo português tem “acompanhado de muito perto a [situação da] Venezuela”, frisando que a “prioridade absoluta” do Executivo é “a segurança e bem-estar da comunidade portuguesa”.
O eurodeputado Paulo Cunha participou na conferência “Produtividade e Competitividade da Indústria em Portugal”, iniciativa promovida pelo jornal ECO com apoio do grupo parlamentar do PPE e que reuniu representantes da indústria, reguladores e decisores políticos, onde reforçou o papel central da indústria portuguesa no contexto europeu e alertou para a urgente necessidade de uma estratégia industrial ambiciosa.
Na sua intervenção, Paulo Cunha destacou que “a Europa viveu anos convencida de que poderia ser forte economicamente sem preservar a sua base industrial”. A aposta exclusiva num modelo económico assente em serviços, admitiu, resultou numa dependência externa que hoje penaliza a competitividade da Europa, nomeadamente na produção de componentes estratégicos.
O eurodeputado sublinhou a necessidade de reduzir os elevados custos de produção no continente, em especial ao nível da energia, e de eliminar burocracias que travam o investimento e o crescimento industrial. “A boa parte da complexidade não tem origem em Bruxelas, mas em Portugal”, referiu, criticando que muitas vezes, aquando da transposição de diretivas europeias, sejam acrescentados novos encargos à legislação nacional.
Além disso, alertou para a fuga de talento e capacitação industrial. Segundo Paulo Cunha, “a Europa deixou de ser um território atrativo para inovação e para jovens qualificados”, o que compromete o futuro económico da União Europeia.
Para recuperar competitividade e assegurar um futuro próspero para a indústria portuguesa e europeia, o eurodeputado defendeu que urge articular melhor políticas de energia, inovação, regulação e investimento, de modo a garantir um ambiente favorável ao crescimento industrial sustentável.
“A pirataria online já não é apenas uma questão económica, mas também uma questão de segurança, proteção dos consumidores e confiança pública”.
A ideia foi defendida hoje, em Bruxelas, pelo eurodeputado Hélder Sousa Silva, que assinou uma carta a Ursula von der Leyen pedindo “determinação política” para uma resposta europeia “coerente e voltada para o futuro”, argumentando que “uma recomendação não vinculativa, por si só, não é suficiente para combater um problema transfronteiriço em rápida evolução”.
Fundamentado pelos resultados da avaliação do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) sobre os efeitos da Recomendação de 2023 relativa ao combate à pirataria online de eventos ao vivo, o eurodeputado português afirmou que a “pirataria online continua a ser prevalente e está a evoluir, particularmente através da IPTV ilegal (Internet Protocol Television)“, em que os conteúdos pirateados são transmitidos através de serviços de televisão baseados na Internet. No evento “Combate à pirataria online”, co-organizado pelos eurodeputados Hélder Sousa Silva e Hannes Heide, em colaboração com a NOS e a EUpportunity, o português alertou para o facto de muitas vezes “as transmissões ilegais não serem retiradas enquanto o evento ao vivo ainda está a decorrer e, depois disso, o dano já está feito”.
Hélder Sousa Silva, que integra a Comissão da Segurança e da Defesa do Parlamento Europeu, mostrou que a pirataria online não é um fenómeno isolado, mas “uma atividade sofisticada e transfronteiriça que continua a evoluir”. Segundo provas recolhidas pelo EUIPO, através da sua cooperação com as autoridades policiais e judiciais, a pirataria é cada vez mais impulsionada por grupos e redes de crime organizado, em vez de indivíduos isolados ou motivados ideologicamente. Ora, tal cenário, nas palavras do eurodeputado eleito pelo PSD, já implica uma ação mais concreta da União Europeia e uma “resposta suficientemente coordenada, eficaz e voltada para o futuro a nível europeu”.
Como tal, Hélder Sousa Silva e os eurodeputados Hannes Heide e Bogdan Zdrojewski, enviaram uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apelando a uma iniciativa legislativa específica, considerando que “uma recomendação não vinculativa, por si só, não é suficiente para combater um problema transfronteiriço em rápida evolução”, como é o caso da pirataria de eventos ao vivo.
“A pirataria online já não é apenas uma questão económica, mas também uma questão de segurança”
O eurodeputado defende que a pirataria online deve ser entendida como um fenómeno mais amplo e sistémico, que vai muito além dos eventos ao vivo, afetando todo o ecossistema de conteúdos audiovisuais e digitais. O impacto desta pirataria inclui perdas económicas, postos de trabalho em risco, prejuízos para os consumidores e preocupações em matéria de segurança. Para Hélder Sousa Silva, é preocupante o facto da “pirataria online já não ser apenas uma questão económica, mas também uma questão de segurança, proteção dos consumidores e confiança pública”. Segundo o Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia, esta é uma forma de crime contra a propriedade intelectual cada vez mais ligada ao crime organizado. É frequentemente possibilitada por atividades cibercriminosas, pode servir de porta de entrada para ciberataques e é utilizada, em muitos casos, para financiar outras atividades criminosas graves.
No evento europeu sobre o combate à pirataria online, Hélder Sousa Silva elencou os desafios estruturais da UE nesta matéria: ofertas legais fragmentadas e territorialmente limitadas, instrumentos de aplicação da lei desiguais entre os Estados-membros e procedimentos demasiado lentos para responder a infrações em tempo real, particularmente no caso de conteúdos ao vivo.
Em resposta, enumerou algumas soluções: “Precisamos de uma abordagem europeia harmonizada, com uma verdadeira dimensão transfronteiriça, que permita uma ação rápida e eficaz para proteger os direitos de autor e proporcionar segurança jurídica ao investimento em conteúdos criativos e desportivos europeus”. Defendeu ainda “mecanismos claros, proporcionados e eficazes para dissuadir a pirataria, incluindo procedimentos robustos de notificação e ação”. Para o eurodeputado português, é necessário reforçar a cooperação entre as autoridades administrativas, policiais e judiciais dos Estados-membros, defendendo que a pirataria online é um fenómeno transnacional e só “uma ação coordenada pode produzir resultados duradouros”.
Por último, Hélder Sousa Silva pediu mais prevenção e sensibilização, o que implica “melhores dados e análises sobre os impactos económicos e de segurança da pirataria, esforços mais intensos em matéria de literacia digital, campanhas de sensibilização específicas e formação especializada para as autoridades responsáveis pela aplicação da lei em toda a União”.
O Eurodeputado Sérgio Humberto (PPE) integrou uma missão oficial do Parlamento Europeu à África do Sul, realizada na cidade de Midrand, nos arredores de Joanesburgo, no âmbito da Delegação à Assembleia Parlamentar África–UE (DAFR). A deslocação teve como objetivo participar no 7.º Encontro Parlamentar União Africana–União Europeia, dedicado ao tema “Renovar a cooperação parlamentar África-Europa num contexto global em transformação”.
A reunião assinalou o 25.º aniversário da parceria formal África–UE, momento simbólico para reafirmar uma cooperação assente em democracia, direitos humanos, Estado de Direito e boa governação – princípios essenciais para a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável.
Para Sérgio Humberto, renovar a cooperação entre África e Europa é “investir na estabilidade global”, reforçando uma parceria que tem de ser cada vez mais equilibrada, moderna e orientada para o futuro.
Durante a Reunião Parlamentar Pré-Cimeira, os membros do Parlamento Europeu e do Parlamento Pan-Africano reafirmaram que a parceria entre África e Europa assenta em instituições transparentes, democráticas e responsáveis, essenciais para a confiança mútua e para o desenvolvimento sustentável. Os parlamentares sublinharam o papel estratégico da diplomacia parlamentar para promover a paz, a segurança, a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a Agenda 2030 e a Agenda 2063 de África.
No âmbito dos trabalhos, foram discutidos temas prioritários como a reforma dos sistemas de saúde globais, a construção de sistemas agroalimentares sustentáveis, o reforço da resiliência climática e a necessidade de uma arquitetura financeira internacional mais justa. Foi também salientada a importância da supervisão parlamentar para garantir que a parceria produz resultados concretos e tangíveis para os cidadãos.
Os parlamentares apelaram igualmente a uma maior cooperação na prevenção de conflitos, na defesa da soberania dos Estados, na proteção dos direitos humanos e na promoção de soluções pacíficas para crises regionais, enfatizando que o multilateralismo e o respeito pelo direito internacional permanecem pilares essenciais para uma paz duradoura.
Ao longo do encontro, Sérgio Humberto participou nas discussões dedicadas ao papel da juventude, da educação e da mobilidade académica na aproximação entre continentes, apoiando o reforço de programas como o Erasmus+ e iniciativas que promovam competências, inovação e oportunidades económicas para jovens africanos e europeus.
Foram igualmente debatidas formas de promover cadeias de valor sustentáveis, investimento responsável, industrialização, energia limpa, conectividade digital e projetos estruturantes no âmbito do Global Gateway, garantindo sempre transparência, sustentabilidade e apropriação local.
A participação do Eurodeputado contribuiu para reforçar o papel do Grupo PPE na construção de uma agenda estratégica e de uma cooperação efetiva entre continentes, num momento crucial para a estabilidade global e para o desenvolvimento sustentável africano. A delegação sublinhou ainda a necessidade de institucionalizar o envolvimento parlamentar na parceria UA-UE, assegurando diálogo regular, supervisão democrática e resultados mensuráveis que beneficiem as populações de ambos os continentes.
O Presidente da Câmara de Braga revelou que o novo Plano Diretor Municipal (PDM) prevê uma via entre o “nó da Arcada” e a Serra do Carvalho, para escoar o trânsito de atravessamento de e para a zona este.
Em declarações aos jornalistas no final da reunião quinzenal do executivo municipal, dia 12 de janeiro, João Rodrigues frisou que este é “um traçado novo, que não existia” no PDM ainda em vigor.
Explicou que o objetivo é desviar o trânsito proveniente ou com destino a este que quiser atravessar o concelho de Braga.
Segundo o autarca, aquele trânsito representa “17 a 18 por cento” dos veículos que entram todos os dias em Braga.
Com a nova via, que passará pelos parques industriais de Pitancinhos, Adaúfe e Navarra, aqueles veículos já não terão de ir à Variante do Fojo, à Rodovia e, a partir daí, ou à variante em direção a Nogueira ou à variante que passa pelo nó de Infias em direção à estação ferroviária.
Esta nova via, explicou João Rodrigues, integrará a futura circular rodoviária externa, juntamente com a variante do Cávado, entre Frossos e Ferreiros, cujo traçado está a ser discutido entre a Câmara e a Agência Portuguesa do Ambiente.
Para o autarca, “tanto uma como outra são absolutamente essenciais”.
O processo da variante do Cávado “está mais avançado”, sendo que a nova via até à Serra do Carvalho é, neste momento, “algo que se projeta fazer”, mas ainda não há anteprojeto.
A Câmara de Ílhavo, liderada por Rui Dias, da coligação PSD/CDS, aprovou as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026, no valor global de 77,2 milhões de euros.
A proposta aprovada quinta-feira, 8 de janeiro, contou com os votos a favor da coligação PSD/CDS e abstenções do movimento “Unir para Fazer” e do PS.
O Presidente da Câmara sublinhou que o documento “marca o início de um novo ciclo de governação local, numa gestão pautada pelo rigor financeiro”.
O autarca referiu-se a “restrições financeiras herdadas do mandato anterior”, com compromissos de 11 milhões de euros, relativos a investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Ao expor as prioridades par 2026 sublinhou o investimento de 17 milhões de euros na educação, destinados à requalificação da Secundária Celestino Gomes, e das escolas básicas Fernando Martins e Ferreira Pinto Basto.
Na habitação estão inscritos 10 milhões de euros, afetos ao programa Primeiro Direito, e na saúde seis milhões de euros, para a requalificação dos Centros de Saúde de Ílhavo e da Gafanha de Nazaré.
“Alguns projetos não poderão arrancar já, em 2026”, assumiu Rui Dias, dando como exemplos a requalificação das instalações desportivas e a ampliação da zona industrial da Mota, entre outros.
Quanto ao pacote fiscal, já aprovado por maioria na Assembleia Municipal, com 12 abstenções, a taxa de IMI mantém-se no mínimo de 0,3%, e a derrama em 1,5%, sendo a participação variável no IRS agravada de 4% para 4,5%.
A Câmara de Ílhavo é presidida por Rui Dias, tendo a coligação PSD/CDS três eleitos e o movimento independente UPF três vereadores, enquanto o PS possui apenas um vereador no executivo.
A Câmara Municipal de Ponta Delgada considera prioritário o reforço do efetivo da Polícia de Segurança Pública (PSP) no concelho, que deverá ser “adequado à dimensão, dinâmica urbana e especificidades sociais” do maior concelho dos Açores.
Em comunicado, a autarquia recorda que o Presidente da Câmara tem defendido “de forma consistente”, junto do Governo da República e do Ministério da Administração Interna, “a necessidade de um reforço efetivo de agentes da PSP, adequado à dimensão, dinâmica urbana e especificidades sociais do maior concelho” do arquipélago.
Na nota é também salientado que, apesar de a segurança pública ser uma competência exclusiva do Estado, o município de Ponta Delgada “tem assumido um papel ativo e complementar”, com medidas de prevenção da criminalidade e de “reforço do sentimento de segurança da população”.
Entre essas medidas está a instalação do sistema de videovigilância em zonas estratégicas da cidade composto por 19 câmaras, que entrou em funcionamento em finais de julho.
O município da ilha de São Miguel assinala ainda o reforço do efetivo da Polícia Municipal, “o aumento da sua presença no espaço público e o aprofundamento da articulação operacional com a PSP, numa lógica de cooperação institucional e policiamento de proximidade”.
O Presidente da autarquia, Pedro Nascimento Cabral, citado na nota de imprensa, sublinha que o investimento municipal na segurança “demonstra um compromisso claro com os cidadãos, mas não substitui a obrigação do Estado em garantir um número adequado de agentes da PSP, capazes de assegurar um policiamento visível, eficaz e permanente em todo o concelho”.
O deputado do PSD/Açores Ricardo Vieira congratulou o Governo Regional por investir na Saúde dos florentinos, com a aquisição de um novo equipamento de Raio-X, num investimento de cerca de 230 mil euros.
O parlamentar social-democrata sublinhou que o “investimento significativo” que tem vindo a ser efetuado na ilha das Flores reflete-se “em intervenções e aquisições de equipamentos com vista à melhoria do acesso, qualidade e dignidade dos cuidados de saúde prestados à população”.
Para além do equipamento de Raio-X, já o Governo Regional liderado por José Manuel Bolieiro havia instalado um TAC (Tomografia Axial Computorizada) na Unidade de Saúde da Ilha das Flores, num investimento de cerca de 450 mil euros.
Segundo Ricardo Vieira, trata-se de instrumentos adquiridos no âmbito do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), que permitem “uma melhoria substancial no acesso aos meios complementares de diagnóstico, evitando deslocações para fora da ilha”.
Acrescem ainda a conclusão da empreitada de remodelação do Serviço de Fisioterapia, num custo aproximado de 100 mil euros, cuja obra incluiu a construção de duas casas de banho, a reparação da Unidade de Tratamento de Ar e a reativação da piscina de hidroterapia, entre outras.
“Esta intervenção tornou o espaço funcional, moderno e condigno, tanto para utentes, como para os próprios profissionais de saúde”, reforçou o deputado do PSD/Açores.
Para Ricardo Vieira, “esta aposta do Governo da Coligação PSD/CDS-PP/PPM demonstra uma visão clara de valorização do Serviço Regional de Saúde, num compromisso firme para com a coesão territorial”.
Paulo Chaves, deputado do PSD/Açores, destacou que “o novo prémio para a primeira instalação de jovens agricultores está fixado nos 55 mil euros, sem discriminação por hectare, sendo o maior incentivo de sempre para quem se vai iniciar naquele setor primordial para a nossa economia”.
O social-democrata sublinha igualmente que, “pela primeira vez, há também um prémio para os jovens que se instalem como agricultores com atividade a tempo parcial, que será de 15 mil euros, numa ação concreta de atratividade para a fixação no setor primário”, adianta.
Paulo Chaves recorda que, “no passado, para além de não existir o incentivo para quem laborava a tempo parcial, havia uma discriminação por hectares que, no fundo, impedia uma maior equidade e capacidade para os jovens açorianos se fixarem e se instalarem na Agricultura”.
“Esta ação corresponde a uma prioridade da governação liderada por José Manuel Bolieiro, uma vez que nunca houve um incentivo desta dimensão na fixação dos jovens agricultores na Região Autónoma dos Açores”, disse o deputado.
“Tem havido um conjunto de opções estratégicas claras por parte do Governo Regional da Coligação PSD/CDS/PPM visando a valorização da Agricultura açoriana como pilar estruturante da nossa economia. E isso tem sido conseguido também com a fixação de jovens no meio rural, modernizando as explorações e assegurando a sustentabilidade ambiental e económica de uma atividade que é essencial”, concluiu.
RECEPÇÃO TERÇA-FEIRA ATÉ ÀS 13H00 | Email: convocatorias@psd.pt
Texto
RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: jsdnacional@gmail.com
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se o Conselho Distrital da JSD Distrital do Porto, a realizar no dia 23 de janeiro de 2026, pelas 21h00, na União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, sito Rua da Vilarinha 1090, 4100-513, Porto, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes da concelhia de Cantanhede para o Plenário Concelhio a realizar no dia 31 de janeiro de 2026, pelas 18h30, na sede do PSD Cantanhede (Praça Marquês de Marialva, Edifício Rossio – 2º andar – Sala 1, 3060/133 Cantanhede), com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis em vigor, convocam-se todos os militantes da Concelhia de Oliveira do Bairro para Plenário a realizar no próximo dia 24 de janeiro, pelas 10h30, no Salão da Junta de Freguesia da Palhaça, sita na Rua Manuel de Oliveira n.º 9 3770-355 Palhaça – Oliveira do Bairro, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD, convocam-se os militantes para reunirem dia 07 de fevereiro de 2026 (sábado) pelas 15h00 na sede do PSD, sita na Rua Dr. Mota Pinto nº 22, 5450-029, Vila Pouca de Aguiar, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto Único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política da JSD Concelhia de Vila Pouca de Aguiar.
Diretora: Emília Santos
Periodicidade: Semanal
Registo na ERC n.º 105690
Propriedade: PSD Partido Social Democrata
Identificação Fiscal: 500835012
Sede de Redação/Editor: Rua de S. Caetano, n.º 9, 1249-087 LISBOA