No final do mês de fevereiro, realizou-se, em Washington, a primeira reunião do Conselho de Paz. Do lado europeu, a Comissária para o Mediterrâneo Dubravka Šuica foi a enviada da Presidente da Comissão Europeia
Os vereadores do PSD na Câmara de Matosinhos estão preocupados com o “aumento alarmante de assaltos” no concelho, sublinhando que o sentimento de insegurança pode ser mitigado com o reforço dos recursos afetos à Polícia Municipal
A secretária do Turismo dos Açores, Berta Cabral, apresentou em Lisboa o Sistema Integrado de Monitorização Inteligente de Fluxos Turísticos, que representa um “marco estratégico” na modernização da gestão turística regional
No passado sábado, tiveram lugar as eleições para os órgãos do nosso partido, das quais resultaram as equipas que irão conduzir os destinos de cada nível da nossa organização política. Com esta renovação, estamos agora ainda mais bem preparados para enfrentar os desafios que se aproximam e para garantir que o partido funciona de forma harmonizada em todo o território, com todas as vantagens que essa coesão e esse espírito de missão traz também para o país.
Depois de um processo eleitoral global, pacífico e orgânico, chega agora o momento de arregaçarmos as mangas e trabalharmos nos nossos núcleos, nas nossas secções e nas nossas distritais.
A todos os companheiros e companheiras que, como eu, assumem agora novas responsabilidades, endereço uma palavra de profundo agradecimento pela disponibilidade e uma mensagem de incentivo. Tenho a certeza de que desempenharão as suas funções com brio e que contribuirão de forma decisiva para continuar a fortalecer o nosso PSD.
Vivemos tempos de enormes desafios. A forma de fazer política mudou e exige adaptação constante a novas realidades, onde a velocidade da informação – e também da desinformação – é vertiginosa. Muitas vezes somos confrontados com narrativas fabricadas que nos afastam da realidade dos factos. Este será, por isso, um dos maiores desafios dos próximos combates: fazer chegar a palavra verdadeira aos cidadãos, para que possam decidir de forma informada e consciente, sem se deixarem enganar pelos profetas da desgraça ou pelas rainhas do TikTok.
Mas, como sempre, acredito profundamente em Portugal e nos portugueses. É essa confiança no presente e essa esperança firme no futuro que me movem.
Termino reforçando o papel de todos os eleitos e desejando, mais uma vez, as maiores felicidades para as funções que agora iniciam.
Emília Santos
Diretora Povo Livre
O Primeiro-Ministro garantiu que o Governo está “a dar passos muito fortes” para simplificar a atribuição dos apoios aos afetados pelo “comboio de tempestades” que assolou o país, apesar de admitir constrangimentos no processo.
“O país reclama, exige essa simplificação e nós estamos a dar passos muito fortes nesse sentido”, disse o chefe do Governo, Luís Montenegro, em Évora, após presidir, dia 27 de fevereiro, à tomada de posse dos cinco novos Presidentes das comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) do país.
O Primeiro-Ministro, que presidiu igualmente ao início da reunião do Conselho de Concertação Territorial, realizada também nas instalações da CCDR do Alentejo, afirmou que, sobre o processo de recuperação do país após o mau tempo do final de janeiro e primeiras semanas deste mês o Governo decidiu de forma rápida.
“Sobre o processo de recuperação, é importante dizer que o conjunto de decisões que era necessário ser tomado para que as ajudas chegassem foi tomado num tempo muito rápido, nunca antes alcançado, de resto”, frisou.
E, continuou, “muito do volume financeiro está disponível nas CCDR, para as pessoas, para os agricultores, para os produtores florestais e está disponível também nas CCDR e no Banco de Fomento para as empresas, para as linhas de crédito, quer à tesouraria, quer à recuperação”.
“Além disso, os serviços de Segurança Social estão habilitados a dar uma resposta rápida para os pedidos de lay-off, os pedidos de isenção de contribuições, os pedidos de ajuda social”, exemplificou.
Luís Montenegro referiu que, além disso, “foram criados espaços do cidadão, incluindo espaços móveis, que têm percorrido as zonas mais atingidas, para ajudar as pessoas a preencher os formulários e a levar até ao final a pretensão de obter a ajuda”.
Contudo, admitiu, o processo “ainda tem” constrangimentos, porque “é preciso preencher um formulário, nem todas as pessoas conseguem preenchê-lo”.
Mas, advertiu Luís Montenegro, apesar de existir rapidez, “tem de haver um controlo mínimo”. “Nós não podemos também agora entregar dinheiro a toda a gente só porque as pessoas levantam o dedo. É preciso até cinco mil euros entregar um registo fotográfico, é preciso até 10 mil euros que haja uma vistoria da câmara. Isso, evidentemente, obriga a algumas diligências”, reconheceu.
Luís Montenegro exemplificou que “uma das coisas que tem atrasado mais” o preenchimento dos formulários é a colocação do número de identificação bancária (NIB), que “nem todas as pessoas têm disponível”.
“E depois é preciso que haja um mínimo de controle para que o NIB que é dado corresponda ao NIB da pessoa que solicita a casa”, indicou, realçando que “é bom” que se tenha “consciência que não pode haver um automatismo completo, não pode ser uma coisa de segundos”.
“É rápido, é ágil, queremos que seja ainda mais ágil, com um controlo mínimo. Se nós não tivermos capacidade de perceber isto, sinceramente, não temos capacidade de perceber o que é gerir recursos públicos que são de todos e que temos de gerir com rigor”, defendeu.
Vamos “levar até ao limite o potencial” do atual modelo das CCDR
Luís Montenegro sublinhou que o Governo pretende “levar até ao limite o potencial” do atual modelo das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). “Este é o modelo em que acredito e o Governo acredita. É um modelo para levar à prática. Não estamos no tempo de andar sempre a discutir modelos”, referiu o chefe do Governo, num discurso proferido após a tomada de posse dos novos presidentes das CCDR.
Falando em Évora, na sede da CCDR do Alentejo, onde decorreu a cerimónia de tomada de posse, Luís Montenegro lamentou a regra que considerou habitual de, quando se inicia um novo modelo, se começar a “pensar no outro que virá a seguir”. “Ainda não testámos o verdadeiro alcance, consequência e resultado dos modelos que, estruturalmente e legitimamente, se definem e, muitas vezes, distraímo-nos a pensar como é que podiam ser, como é que deviam ser, como é que podiam ter sido lá atrás e como é que podem ser daqui a muito tempo”, salientou.
Assinalando que a “palavra de ordem” que pretende transmitir às CCDR “é agir e executar”, o Primeiro-Ministro revelou que o Governo vai “levar até ao limite o potencial que este modelo pode alcançar”.
“E estaremos sempre a tempo de fazer avaliações, avaliações intercalares, avaliações no final deste mandato que agora começa, mas concentremo-nos, não tanto em grandes dissertações sobre o que podia ser, concentremo-nos naquilo que é e tem de ser à luz daquilo que é”, apontou.
Tomaram posse nesta cerimónia em Évora os novos Presidentes das cinco CCDR: Álvaro Santos (Norte), Ribau Esteves (Centro), Teresa Mourão Almeida (Lisboa e Vale do Tejo), Ricardo Pinheiro (Alentejo) e José Apolinário (Algarve).
O Primeiro-Ministro considera que com o reforço de meios do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2026 deve proporcionar melhores resultados no combate aos fogos florestais neste ano.
“Se temos muito mais viaturas, máquinas de rasto, mais equipas e disponibilidade, não nos podemos conformar com o mesmo resultado ou resultados piores. Queremos melhores resultados. Os investimentos têm de ter esse retorno”, afirmou.
Na segunda-feira, 2 de março de 2026, durante a apresentação, em Ponte da Barca, do DECIR para o corrente ano, Luís Montenegro insistiu que a palavra de ordem numa situação de “dúvida” é “resolver”. “E se algum dia numa determinada operação num determinado contexto operacional, houver dúvidas, de que falta uma ordem qualquer, a ordem que nós queremos dar é para andarem para a frente. Deixem-se de burocracias e tecnocracias porque o povo não merece estar à espera de uma resposta só porque falta interpretar uma vírgula ou um parágrafo numa determinada regra. Não”, sublinhou o chefe do executivo numa cerimónia que contou também com as presenças dos Ministros da Defesa, Ambiente e Agricultura e Mar.
Segundo Luís Montenegro, que “o interesse público está sempre à frente” e que “a palavra de ordem é resolver não é esperar”. “Não basta exibir números, temos de exibir resultados. A única preocupação são as pessoas, o património, independentemente, de onde estão os riscos”, sublinhou.
Na apresentação do DECIR 2026, o governante disse ter escolhido Ponte da Barca para a apresentação do dispositivo porque, em 2025, foi um concelho muito fustigado pelos incêndios. “Estamos aqui para sinalizar que não estamos distraídos, que não estamos desatentos que prevenir é sempre o melhor caminho para evitar as catástrofes ou pelo menos a dimensão negativa de uma catástrofe. Este dispositivo foi aprovado com antecedência para ter todas as condições para ser executado em toda a dimensão”, disse.
O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, anunciou para breve a aprovação, pelo parlamento, de um regime para as áreas integradas de gestão da paisagem, que prevê a remoção do material lenhoso até 1 de junho e a sua colocação do material no mercado”.
Os meios envolvidos este ano no combate aos incêndios rurais vão ter um ligeiro aumento em relação a 2025, estando previstos para os meses mais críticos um total de 15.149 operacionais e 81 meios aéreos. Os meios estão previstos na Diretiva Operacional Nacional (DON) que estabelece o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para este ano, a que Lusa teve acesso, e que foi aprovada na reunião da Comissão Nacional de Proteção Civil presidida pelo novo ministro da Administração Interna, Luís Neves. O dispositivo terrestre contará com uma disponibilidade de 15.149 operacionais, 2.596 equipas, 3.463 viaturas e 81 meios aéreos durante o período de maior empenhamento de meios, entre 01 de julho e 30 de setembro, denominado ‘nível Delta’.
Irão: Luís Montenegro espera que diálogo seja retomado
O Primeiro-Ministro português manifestou o desejo de que o diálogo diplomático seja restabelecido rapidamente e que as hostilidades possam cessar, após os bombardeamentos realizados por Israel e Estados Unidos da América contra o Irão.
“Neste momento, a nossa primeira preocupação são os portugueses que se encontram na região. Temos toda a nossa estrutura consular disponível e, no terreno, para tentar acudir a todas as solicitações”, frisou.
No sábado, dia do início das operações militares de Israel e dos EUA, o Primeiro-Ministro apelou à “máxima contenção” para evitar uma escalada no Irão, após as operações militares dos EUA e Israel, e condenou os “injustificáveis ataques” iranianos a países vizinhos.
“Portugal apela a todos à máxima contenção para evitar uma escalada, preservar a paz e a segurança internacionais e garantir a estabilidade regional, em linha com a Carta das Nações Unidas. Para tal será necessário que o programa nuclear do Irão, que é há muito uma preocupação da comunidade internacional, cesse”, frisou Luís Montenegro, numa publicação na rede social X.
A sessão de tomada de posse da nova coordenação das MSD/Portimão, estrutura informal liderada por Filipa Mimoso, realizou-se no dia 21 de fevereiro, num momento de forte mobilização política e espírito de união entre militantes, simpatizantes e amigos.
A iniciativa contou com a presença de diversas figuras de destaque do Partido Social Democrata, nomeadamente Carlos Coelho, em representação do PSD Nacional, Cristóvão Norte, Presidente do PSD/Algarve e deputado, Bárbara do Amaral Correia, deputada à Assembleia da República, Macário Correia, Presidente da Assembleia Municipal de Faro, Isabel Soares, Presidente das Águas do Algarve, Cláudia Luz, coordenadora das MSD/Algarve e Alexandra Evangelista, Presidente da concelhia do PSD/Portimão e vereadora na Câmara Municipal de Portimão.
O jantar reuniu mais de uma centena e meia de participantes, demonstrando a vitalidade e o dinamismo da estrutura local, bem como o compromisso coletivo com o reforço do projeto social-democrata no concelho de Portimão.
Na sua intervenção, a nova coordenadora desta estrutura informal destacou a importância de fortalecer a proximidade com a comunidade, promover a participação cívica e afirmar as Mulheres Social Democratas como uma voz ativa na construção de políticas locais mais inclusivas e representativas.
O momento ficou marcado pelo convívio, partilha de ideias e renovado entusiasmo para o trabalho político que se avizinha, reforçando a motivação de todos para construir projetos mais ambiciosos, aproximar ainda mais as pessoas da comunidade e encarar o futuro com confiança, energia e a certeza de que juntas, as MSD/Portimão, são capazes de alcançar resultados ainda maiores.
No final do mês de fevereiro realizou-se, em Washington, a primeira reunião do Conselho de Paz criado por Donald Trump. Do lado europeu, a Comissária para o Mediterrâneo Dubravka Šuica foi a enviada da Presidente da Comissão Europeia.
Após o seu regresso, a Comissária foi convidada a participar numa reunião da Comissão de Assuntos Externos onde explicou aos deputados o porquê da sua participação na reunião do Conselho de Paz e a importância da presença europeia para facilitar a coordenação e a complementaridade das ações com os esforços internacionais para a recuperação e reconstrução pós-guerra de Gaza.
O deputado defendeu essa presença, sublinhando que a representação da UE no Conselho de Paz reforça a relevância do bloco europeu enquanto ator político e o seu papel no apoio ao povo palestiniano e na construção de uma paz sustentável na região.
“Estamos sempre a queixar-nos de que a União Europeia não existe, de que não temos qualquer papel, de que não fazemos nada e agora estamos a perguntar à Comissária por que razão foi a Washington?,” disse.
Apesar de não integrar formalmente o órgão criado por Trump, a União Europeia defende o seu interesse e compromisso em participar na mesa das negociações que irão definir a futura arquitetura de segurança pós-conflito, bem como em cooperar e dialogar com parceiros árabes e principais atores regionais.
Sebastião Bugalho, vice-coordenador para os assuntos externos do Grupo PPE, teve oportunidade de questionar a Comissária Šuica, sublinhando o papel imprescindível dos EUA e de Israel para a resolução do conflito e reconstrução de Gaza: “gostamos do Plano de Paz de 20 pontos? Gostamos. Queremos torná-lo realidade? Queremos. Como o fazemos sem Israel e sem os Estados Unidos? Não conseguimos.”
Referindo-se aos contactos e reuniões bilaterais mantidas durante a reunião em Washington, Bugalho questionou quando é que seria possível ter “acesso direto ao território, à Faixa de Gaza” e sobre quais serão “os parceiros privilegiados para a construção de Gaza, além da União Europeia e dos Estados Unidos”.
Os vereadores do PSD na Câmara de Matosinhos revelaram estar preocupados com o “aumento alarmante de assaltos” no concelho.
“Nas últimas semanas, registou-se um número significativo de incidentes com montras vandalizadas e caixas registadoras roubadas, resultando em prejuízos materiais consideráveis para os comerciantes locais”, adiantaram os sociais-democratas, em comunicado.
Dizendo ter acolhido com preocupação a indignação dos comerciantes, os vereadores vão questionar e pressionar o executivo municipal, liderado pela socialista Luísa Salgueiro, para tomar medidas.
E vão, ainda, pedir uma reunião com as autoridades policiais do município para discutir soluções a curto e longo prazo para resolver o problema.
“Estamos a viver um clima de insegurança que tem que ser combatido com o reforço do patrulhamento”, afirmou Bruno Pereira, um dos vereadores sociais-democratas, citado no comunicado.
Segundo Bruno Pereira, o sentimento de insegurança e o crime pode ser mitigado com a presença e o reforço dos recursos afetos à Polícia Municipal.
O Presidente da Câmara de Santarém apresentou na BTL o Parque Natura Tejo, um investimento de 7 milhões de euros que pretende transformar a frente ribeirinha da cidade num espaço de desporto e lazer.
“Não concebo que Santarém não desfrute do seu rio Tejo. Temos um património natural aos nossos pés que não tem sido aproveitado do ponto de vista turístico nem para criar qualidade de vida”, afirmou João Leite, sublinhando que o município está empenhado em concretizar uma intervenção que considera “estratégica”.
O autarca considerou que o potencial natural do concelho não tem sido aproveitado nas últimas décadas, lembrando que o turismo é hoje “uma arma importantíssima” para o desenvolvimento territorial.
Segundo o autarca, o Parque Natura Tejo prevê uma intervenção assente em engenharia natural, com estruturas em madeira, evitando o uso de betão.
O projeto inclui ainda passadiços capazes de resistir a períodos de cheia, zonas de estadia e novas ligações ao espaço urbano.
“O objetivo é criar uma zona ribeirinha, segura e acessível à população e aos visitantes”, disse.
João Leite adiantou que o procedimento para a obra do parque deverá ser lançado ainda este ano, estando o município a ultimar pareceres com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Segundo o autarca, no melhor cenário, a empreitada poderá arrancar no início do segundo semestre de 2027, com uma duração estimada entre um ano e meio e dois anos.
A requalificação da frente ribeirinha deverá, acrescentou, ter um “efeito multiplicador”, potenciando habitação, comércio e restauração.
Para o autarca, “não haverá desculpas para não investir na Ribeira, rejeitando argumentos como as cheias ou as limitações associadas à antiga linha ferroviária.
“Não vai haver desculpas para não investir. Este é um compromisso que assumo olhos nos olhos com cada escalabitano”, afirmou.
No domínio do desporto, recreio e lazer, o plano prevê percursos de passeio e manutenção, zonas de estar e convívio, e plataformas sobre o Tejo que permitam o contacto visual e físico com o rio. O programa inclui também áreas destinadas a desportos náuticos e pontos de acesso para pequenas embarcações.
O projeto contempla igualmente uma ciclovia, campos de futebol e vólei de praia, parque canino, parque infantil e juvenil, além de bancadas e um anfiteatro ao ar livre.
O autarca acrescentou que o projeto integra uma estratégia municipal de atração turística que tem vindo a ser promovida “há vários anos” e que passa pela presença em eventos nacionais e internacionais.
Segundo João Leite, a BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market tem permitido captar investimento privado e divulgar “as potencialidades de Santarém enquanto capital de distrito”.
O Presidente destacou ainda o crescimento turístico do concelho, que “cresceu dois dígitos” face a 2019 e ultrapassou o meio milhão de visitantes nos monumentos da cidade.
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, no dia 25 de fevereiro de 2026, a nova Carta Educativa. A proposta, que agora tem de ser submetida à Assembleia Municipal de Lisboa, foi aprovada em reunião pública da Câmara.
A Carta Educativa de Lisboa prevê obras em 49 escolas públicas, num investimento estimado em cerca de 743 milhões de euros, e a construção de 27 novos edifícios escolares, por cerca de 306 milhões de euros, totalizando um montante de cerca de 1.049 milhões de euros, a executar consoante as prioridades definidas, existindo três prazos previstos, nomeadamente até 5 anos, até 10 anos e até 15 anos.
Na oferta de ensino profissional e artístico, prevê-se um polo artístico na zona de Marvila, com construção de novas instalações, e o reforço da Escola Básica Manuel da Maia em termos de ensino profissional e o investimento na Escola Secundária Marquês de Pombal para ensino profissional de referência na cidade.
O vereador da Educação disse que as escolas com obras num prazo de até 15 anos podem beneficiar de “intervenções intermédias”, assegurando que “sempre que houver necessidade de intervenções urgentes nas escolas, a Câmara faz essas intervenções”.
A secretária do Turismo dos Açores, Berta Cabral, apresentou na quarta-feira, 25 de fevereiro, em Lisboa, o SIMIFTA – Sistema Integrado de Monitorização Inteligente de Fluxos Turísticos, que representa um “marco estratégico” na modernização da gestão turística regional.
“Ao disponibilizar informação fiável e em tempo real sobre o comportamento dos visitantes, reforça a capacidade de tomada de decisão informada, contribuindo para uma gestão mais sustentável, equilibrada e inteligente do destino Açores”, disse Berta Cabral, na apresentação em Lisboa do SIMIFTA, citada na nota do Governo Regional.
Segundo o executivo açoriano, o sistema promove uma abordagem “inovadora baseada em dados, permitindo conhecer, prever e gerir os fluxos turísticos com maior rigor e eficiência”.
“A integração tecnológica e a colaboração entre entidades públicas e privadas conferem ao projeto um caráter transversal e estruturante, essencial para concretizar os objetivos definidos no Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores (PEMTA 2030) nomeadamente nas áreas da sustentabilidade, qualidade, competitividade e coesão territorial”, acrescentou a governante.
Ainda de acordo com a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, que apresentou o novo sistema na BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, que começou na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, o SIMIFTA posiciona a região “na vanguarda da monitorização turística inteligente, promovendo um modelo de desenvolvimento mais equilibrado, inovador e orientado para o futuro do turismo regional”.
Segundo o Governo Regional, o portal Monitor – acessível em https://monitor.azores.gov.pt – será a plataforma central de tratamento e disponibilização dos dados recolhidos para cada um dos 27 indicadores do SIMIFTA.
A plataforma fornecerá dados em tempo real sobre perfis, mobilidade e padrões de visitação nas nove ilhas, “reforçando o apoio a decisões orientadas para a sustentabilidade e equilíbrio do destino”, lê-se na nota do executivo.
O sistema integra 27 indicadores, distribuídos por cinco dimensões: perfil do visitante, permanência e mobilidade; economia, contexto espacial e presença digital.
Entre os indicadores encontram-se: ponto de entrada e saída, perfil sociodemográfico, poder de compra, literacia digital, preferências turísticas, duração da visita, padrões de mobilidade, operações financeiras, comportamento digital, condições meteorológicas, número de pessoas e veículos por período temporal, entre outros.
O Parlamento açoriano aprovou no dia 26 de fevereiro, por unanimidade, o regime de Acolhimento Residencial para os Açores, uma iniciativa do Governo da Coligação PSD/CDS/PPM, “que estabelece os princípios e as regras orientadoras da organização, do funcionamento e da supervisão das casas de acolhimento para crianças e jovens em perigo”.
Para a deputada do PSD/Açores, Nídia Inácio, “esta é uma medida muito bem-vinda”, porquanto “vai permitir colocar as crianças ou os jovens, que necessitem dessa intervenção, aos cuidados de uma entidade habilitada, que lhes garanta os cuidados adequados e a satisfação das necessidades físicas, psíquicas, emocionais e sociais, favorecendo a sua integração em contexto sociofamiliar”.
A social-democrata lembrou que o acolhimento residencial “é sempre uma decisão das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens ou dos Tribunais, no quadro de processos formais de promoção e proteção”.
Com esta nova realidade “o Governo Regional quis definir uma rede de acolhimento, que pode ser assegurado por Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) ou entidades equiparadas, mediante contratos de cooperação com o Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA), que passa a ser a entidade coordenadora”.
“Haverá uma regulamentação adaptada à nossa realidade, dada a dispersão geográfica e a dimensão das comunidades, garantindo-se ainda a proximidade às famílias de origem, nunca perdendo de vista o respeito integral pelos direitos das crianças e jovens”, referiu.
Nídia Inácio considerou que o acolhimento residencial “é uma medida fundamental para proteger e promover esses mesmos direitos, e este trabalho conjunto pretende assegurar um futuro melhor para as gerações futuras, onde cada criança e cada jovem terá a oportunidade de se desenvolver num ambiente seguro, acolhedor e promissor”.
Também a deputada do PSD/Açores Eugénia Leal falou sobre a medida, que “não é apenas uma formalidade, mas um passo essencial para reforçar a proteção das nossas crianças e jovens, mediante o trabalho desenvolvido pelo Governo dos Açores nesse sentido”.
“Especialmente porque a adaptação feita reforça a segurança jurídica, valoriza as boas práticas e cria condições para um sistema mais qualificado e justo. Trata-se de uma evolução decisiva para garantir que nenhuma criança ficará invisível no nosso sistema de proteção”, disse.
Para Eugénia Leal, “consagra-se assim um compromisso com os direitos consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança e com uma política pública que coloca a criança no centro”, adiantou.
RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: jsdnacional@gmail.com
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se plenário concelhio da JSD Almodôvar, a reunir no dia 4 de abril de 2026, pelas 16 horas, na Sede do PSD de Almodôvar, sita na Rua Pequenina n° 6, 7700-077, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política Concelhia da JSD Almodôvar.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 16 horas e as 18 horas e 30 minutos. As listas devem ser enviadas via e-mail para o endereço margaridamariacsebastião@gmail.com, até ao dia 27 deste mês.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes da concelhia de Cantanhede para o Plenário Concelhio Extraordinário a realizar no dia 14 de março de 2026, pelas 16h30, na sede do PSD Cantanhede (Praça Marquês de Marialva, Edifício Rossio – 2º andar – Sala 11, 3060/133 Cantanhede), com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e do Regulamento Eleitoral da JSD, convoca-se Plenário Eleitoral do Núcleo de Estudantes Social Democratas do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares, a realizar no dia 22 de março de 2026, às 10h00, na sede do PSD Distrital de Castelo Branco, sita na Rua Prior de Vasconcelos, no 34 – loja 1 R/c, 6000-265 Castelo Branco, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Direção do Núcleo de Estudantes Social Democratas do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 10h00m e as 12h00m. As listas candidatas deverão ser entregues à Coordenadora Distrital do Gabinete do Ensino Básico e Secundário da JSD Distrital de Castelo Branco, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral, via e-mail, para jsd.distrital.castelobranco@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes do ISCTE, para a eleição da Comissão Política e Mesa do Plenário do NESD ISCTE, a realizar no próximo dia 23 de março de 2026, pelas 16h, na sede do PSD Distrital de Lisboa, sita na Praça São João Bosco 3B, 1350-295 Lisboa.
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política do NESD ISCTE.
Nota: O ato eleitoral decorrerá entre as 16h e as 18h. As listas candidatas e respetiva documentação deverão ser entregues ao Coordenador do Ensino Superior por via eletrónica (jsddistritallisboa.nesds@gmail.com) até às 23h59 do sétimo dia anterior ao ato eleitoral.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes do NESD IST- Instituto Superior Técnico, a realizar no próximo dia 20 de março de 2026, pelas 12h00, sito no Campus Alameda- Avenida Rovisco Pais – nº 1 – 1049-001 – com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política do NESD IST.
Nota: O ato eleitoral decorrerá entre as 12h e as 14h. As listas candidatas e respetiva documentação deverão ser entregues ao Coordenador do Ensino Superior por via eletrónica (jsddistritallisboa.nesds@gmail.com) até às 23h59 do sétimo dia anterior ao ato eleitoral.
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