EUROPA “TECNOCRATA E RETÓRICA” ABRE

ESPAÇO AO “POPULISMO E EXTREMISMO”

partido

No final da sessão solene, na Praça do Município, em Lisboa, Alexandre Poço destacou na intervenção do chefe de Estado o apelo feito ao espírito de ambição no país, a par da necessidade de estabilidade política

LOCAIS

A Câmara do Cartaxo vai lançar um concurso para concluir a construção da Loja do Cidadão, prevendo um investimento de dois milhões de euros, após a empreitada inicial ter ficado por terminar

REGIONAIS

Mais de 3100 de residentes no concelho de Câmara de Lobos beneficiaram de apoios através de programas de saúde do Governo Regional nos últimos sete anos, revelou o Instituto de Administração da Saúde

Editorial

O jogo que importa ganhar

Portugal viveu dias intensos sob os holofotes do estádio. A rutura no estágio da Seleção Nacional, motivada pelo choque de visões entre o capitão e a equipa técnica sobre a gestão do atleta, gerou uma comoção compreensível num país onde o futebol é parte da identidade coletiva. Se a razão estava do lado da autoridade do selecionador ou do estatuto do jogador é uma discussão estritamente desportiva, na qual não me compete ajuizar. Mas há uma pergunta que me parece mais fecunda do que a polémica. O que pode a política aprender com o melhor do desporto?

Porque o futebol, quando o olhamos para lá do ruído de um caso, é uma extraordinária escola de valores. Ensina que nenhum talento individual vale mais do que a equipa. Ensina que os títulos não se conquistam no dia do jogo, mas nos meses de preparação que ninguém vê. Ensina que o verdadeiro capitão é o que serve o grupo, não o que se serve dele. E ensina, sobretudo, que há momentos em que se joga pela camisola e não pela estatística pessoal.

Foi exatamente essa cultura que o país pôde observar, com menos câmaras apontadas, nos bastidores de São Bento. Perante a dimensão institucional do caso da Seleção, o Governo demonstrou agilidade ao procurar mediar o conflito e salvaguardar o valor reputacional da marca Portugal. E, no mesmo período, alcançava o resultado que verdadeiramente define a época, o entendimento que viabilizou o Orçamento do Estado. Ao conseguir a abstenção do PS, o Executivo garantiu a estabilidade governativa de que o país necessita e assinou um raro exercício de maturidade democrática. Visto com os olhos do desporto, foi um jogo de equipa no sentido mais nobre. Houve quem soubesse ler o momento, quem abdicasse do protagonismo fácil e quem colocasse o resultado coletivo acima da vaidade individual. Chama-se a isto fair play, e é tão admirável num parlamento como num relvado.

O que trai os valores do desporto não é o futebol, são os seus piores imitadores na arena política. Os treinadores de bancada, que nunca prepararam um treino nem estudaram um dossiê, mas mandam palpites confortáveis conforme o que a bancada gosta de ouvir. Multiplicam-se os que criticam o Orçamento com soluções mágicas, ignorando o rigor das contas públicas, como quem exige golos sem nunca ter corrido um metro. E, pior do que os palpiteiros, os líderes de claques que entraram na política, figuras que operam com base no grito, na polarização e na recusa de qualquer compromisso. Qualquer adepto a sério sabe distinguir quem ama o clube de quem apenas gosta de ouvir a própria voz. O que eles vendem é a ilusão de que um país se governa com a lógica do insulto, quando qualquer balneário vencedor ensina o contrário, que se ganha com trabalho, disciplina e respeito por quem treina todos os dias.

Quando os holofotes se apagarem e o silêncio regressar ao estádio, restará a realidade de um país com um Orçamento que garante previsibilidade e crescimento. O Governo fez a sua parte, jogando pela camisola de Portugal e escolhendo a estabilidade em vez da crise. Resta saber se o país saberá aplicar à política o critério que já aplica ao futebol, valorizar quem prepara, quem trabalha e quem joga em equipa, em vez de quem apenas grita mais alto na bancada.

Emília Santos
Diretora Povo Livre

presidente

Luís Montenegro recusa “concurso de pedinchice” sobre o próximo orçamento da UE

O Primeiro-Ministro recusou entrar num “concurso de pedinchices” sobre o próximo orçamento da União Europeia, avisando que será “intransigente” com cortes na política de coesão e sublinhando que Portugal contribui mais em termos proporcionais do que os países ‘frugais’.

Em declarações antes de discursar no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, Luís Montenegro admitiu que está “preocupado” com as negociações do próximo orçamento da União Europeia (UE), para o período entre 2028 e 2034, e com a necessidade de “garantir o que está previsto nos tratados” relativamente à política de Coesão, Política Agrícola Comum (PAC) e ao apoio às regiões ultraperiféricas.

“A Europa só terá maior competitividade se assegurar a coesão: coesão social, territorial e económica. Por isso, nós seremos intransigentes na nossa participação para obtermos o respeito por aquilo que está nos tratados sobre essa vertente”, avisou.

Depois, no discurso que fez perante os eurodeputados, Luís Montenegro insistiu que o próximo orçamento da UE deve financiar “novas prioridades”, mas “sem colocar em causa as políticas que continuam a ser essenciais para a convergência e para a competitividade de toda a Europa”.

“Portugal – quero aqui também dizer isto de forma clara, transparente e frontal – não encara o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) como um concurso de pedinchices. Portugal vê o QFP como uma oportunidade de aprofundar um projeto social e económico que parte de um mercado interno só possível e viável com inovação e solidariedade entre todos os Estados-membros e todas as regiões”, sublinhou.

Apelando a que se faça a discussão sobre o próximo orçamento “sem dogmas e sem tabus”, Montenegro destacou ainda que “a contribuição portuguesa para o orçamento da União é superior às contribuições dos Estados-membros ditos ‘frugais’”, referindo-se à Alemanha, Dinamarca, Países Baixos, Áustria, Finlândia e Suécia, se for analisada em termos de proporção do Produto Interno Bruto (PIB).

“Há que reconhecer uma coisa simples, e às vezes as coisas simples estão diante de nós e nem sempre as vemos com clareza: dar 10 de 100 é muito mais do que dar 50 de 1.000”, sublinhou, ouvindo aplausos dos eurodeputados.

O Primeiro-Ministro defendeu que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu “ambição e coragem”.

“Se não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas, abrimos espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo. Também por isso a nossa resposta não pode ser apenas tecnocrática e retórica. Tem de ser política e concreta.”

Por fim, Luís Montenegro pediu uma “resposta coordenada” a nível europeu para lidar com o aumento do custo de vida, defendendo que “resolver os problemas concretos” das pessoas é o “melhor caminho” para combater o populismo e a demagogia.

“A capacidade de resposta europeia também pode fazer a diferença. Deve fazer a diferença. Estará na altura de não deixarmos a cada Estado-membro atuar por si, ou apenas por si só, e também estará na altura de podermos ter uma resposta coordenada a nível europeu”, instou.

PRESIDENTE

Luís Montenegro elogia “sentido de responsabilidade” do PS no Orçamento do Estado

O Primeiro-Ministro saudou o “sinal importante” dado pelo PS em relação à eventual viabilização do Orçamento do Estado para 202/ e elogiou o “sentido de responsabilidade” dos socialistas.

Em Fafe, durante umas jornadas subordinadas ao tema “Portugal – Que ambição?”, dia 30 de setembro, Luís Montenegro lembrou que a estabilidade política é fundamental para a afirmação do país no mundo. “Hoje mesmo foi dado um sinal importante [para a estabilidade política]”, referiu, aludindo à eventual abstenção do PS na votação do Orçamento do Estado para o próximo ano.

Luís Montenegro vincou que o PS tem estado “mais disponível para isso do que outros partidos”, mas reiterou que o diálogo é com todos os partidos e que já houve matérias, como as relacionadas com a imigração, em que o acordo foi conseguido com o Chega.

“Tem sido possível noutras alturas contar com esse sentido de responsabilidade [do PS]. Nós tentamos que ele possa vir de todas as áreas das oposições, mas evidentemente não deixamos de dizer que o Partido Socialista tem estado mais disponível para isso do que outros partidos”, referiu.

O chefe do Governo destacou a importância da estabilidade como fator de afirmação de Portugal. “No caminho da afirmação de Portugal, a nossa estabilidade financeira, económica, social e política é um fator fundamental”, reiterou.

Para Luís Montenegro, Portugal tem “todas as condições” para ser “um país liderante na Europa e no mundo”.

Referindo-se, concretamente, ao tema das jornadas, o Primeiro-Ministro manifestou o desejo de Portugal começar a ser, “de uma vez por todas, contribuinte líquido da União Europeia”.

Para a prossecução desse objetivo, apontou a aposta nos recursos humanos, a ligação entre o conhecimento e as empresas e a gestão da imigração.

presidente

Governo aprova aumento de 50 euros no complemento solidário para idosos

O Primeiro-Ministro anunciou um aumento de 50 euros no complemento solidário para idosos (CSI) em 2027, para os 720 euros.

Na quinta-feira, no final do Conselho de Ministro realizado na cidade da Guarda, o Primeiro-Ministro disse que “o aumento será de 50 euros e, portanto, o valor de referência passará para 720 euros”.

O programa do Governo prevê atingir em 2029 os 870 euros, sendo que, atualmente, está nos 670 euros, valor que vai aumentar para os 720 euros em 2027.

“Hoje, que é Dia internacional da Pessoa Idosa, dizer que do Orçamento de Estado (OE) estará integrada a decisão de aumentarmos pela quarta vez o valor de referência do complemento solidário para idosos”, anunciou Luís Montenegro.

Ou seja, “representa um aumento significativo face ao valor que estava vigente em abril de 2024”, quando o Governo iniciou funções, lembrando que, na altura, o valor de referência era de 550 euros.

O Primeiro-Ministro realçou ainda que o Governo “continua a contar com a participação e vida ativa” das pessoas “jovens há mais tempo” nas missões que o executivo tem para “tornar o país mais próspero, mais justo”. “Um país onde a qualidade e o bem estar possam estar disponíveis para todos, independentemente do segmento etário e das localizações dos lares e das residências da comunidade”, acrescentou.

Esse “espírito de coesão territorial”, justificou Luís Montenegro, foi o que levou o executivo a reunir na Guarda, para “interagir com os presidentes das Câmaras Municipais do distrito, com quem o executivo tem um almoço de trabalho.

200 milhões de euros para concluir obras do PRR até final de 2027

O Governo aprovou igualmente uma linha de financiamento de até 200 milhões de euros para garantir a conclusão das obras associadas ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que ainda estão em curso.

“O que ficou hoje decidido no Conselho de Ministros é que vamos garantir que as obras que estão em curso não vão ficar paradas”, afirmou o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, na conferência de imprensa, após a reunião do Conselho de Ministros, que decorreu hoje na Guarda.

Segundo o governante, as obras poderão ser concluídas desde que os respetivos beneficiários se comprometam a terminá-las até dezembro de 2027.

partido

PSD elogia discurso do Presidente da República no 5 de Outubro

Alexandre Poço, vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD, elogiou o discurso do Presidente da República na cerimónia na implantação da República.

No final da sessão solene, na Praça do Município, em Lisboa, Alexandre Poço, destacou na intervenção do chefe de Estado o apelo feito ao espírito de ambição no país, a par da necessidade de estabilidade política.

“Também algo com o qual o PSD se revê bastante, que é a dimensão de diálogo. Dou exemplos muito concretos: na semana passada, por exemplo, tivemos o PS a anunciar que irá abster-se na votação do Orçamento de Estado para o próximo ano; por outro lado, numa matéria setorial muito importante, no arrendamento, foi possível um entendimento com o Chega para a sua viabilização”, referiu.

Confrontado com o repto do PS para que o PSD acabe com esse acordo com o Chega para a revisão da lei do arrendamento, Alexandre Poço contrapôs que essa posição do Secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, é contraditória com o teor do discurso proferido pelo chefe de Estado. “O PSD continuará a negociar com os partidos que, em cada momento, estão disponíveis para aprovar, discutir e melhorar as propostas do Governo. Não vamos entrar nesse jogo do agora não falamos com este, nem vamos entrar na lógica de, para aprovarmos com aquele partido, temos de abdicar do outro partido. Seria o contrário das palavras do Presidente da República”, reagiu o dirigente social-democrata.

Alexandre Poço frisou que, na sua intervenção, António José Seguro “acabou de dizer ao país, mas também aos partidos políticos, que é importante que deixem as nossas trincheiras e que exista a capacidade de falar uns com os outros”.

“Temos procurado ter essa linha, até porque não temos uma maioria absoluta no Parlamento, mas, antes, uma maioria relativa, o que implica que haja sempre essa capacidade de falar com os outros partidos”, sustentou.

Alexandre Poço defendeu depois a proposta do Governo para a revisão da lei das rendas, classificando-a como moderada em termos de solução entre inquilinos e proprietários. “Quando o Governo avançou com a proposta do arrendamento, ouvimos os representantes dos inquilinos a dizer o Governo está a ir longe demais e ouvimos depois os representantes dos proprietários a dizer a proposta fica a aquém. Ou seja, conseguimos fazer uma proposta que procura realçar o melhor para os dois, não conseguindo ainda acautelar os interesses em particular de cada um, porque queremos uma proposta que sirva ao mercado de arrendamento como um todo”, frisou o vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD.

PARTIDO

Carlos Grade

(1952-2026)

É com profundo pesar que o PSD nacional e o PSD/Loulé tomaram conhecimento do falecimento de Carlos Grade, uma personalidade de reconhecido mérito e uma figura profundamente estimada e acarinhada na freguesia da Tôr e em todo o concelho de Loulé.

Carlos Alberto Viegas Grade foi o primeiro Presidente da Junta de Freguesia da Tôr, cargo que exerceu entre 1997 e 2013, durante quatro mandatos consecutivos. Ao longo desses anos trabalhou incansavelmente para melhorar as condições de vida da população, sendo um dos grandes obreiros das diversas infraestruturas que contribuíram para a sua afirmação e crescimento. Numa época em que muitos recursos eram escassos e várias necessidades básicas ainda estavam por concretizar, conseguiu levar o saneamento a diversos locais da freguesia, contribuindo para uma melhoria significativa das condições de vida das famílias.

Militante ativo do Partido Social Democrata, integrou a Comissão Política de Secção do PSD/Loulé, dando o seu contributo ao partido e à vida política do concelho com dedicação e sentido de serviço público.

Foi também sócio fundador da Associação Social e Cultural da Tôr, instituição à qual esteve ligado desde a sua criação, contribuindo para o fortalecimento do movimento associativo e para a dinamização da comunidade local.

Natural de Querença, Loulé, onde nasceu a 15 de agosto de 1952, Carlos Grade era empresário e homem profundamente ligado à sua terra, Carlos Grade distinguiu-se pelo seu espírito empreendedor, pela proximidade às pessoas e pela dedicação à comunidade.

A sua partida deixa uma profunda tristeza entre todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviver e trabalhar, mas deixa também um legado de serviço à comunidade, dedicação à Tôr e compromisso com o concelho de Loulé.

Neste momento de dor, o PSD endereça as mais sentidas condolências à família, amigos e a todos os que com ele partilharam a vida e o percurso, associando-se ao luto de toda a comunidade da Tôr.

Carlos Alberto Viegas Grade ficará na memória de todos como um homem da sua terra, que dedicou parte importante da sua vida ao serviço da sua comunidade.

À sua família e amigos, o Partido Social Democrata apresenta as suas mais sentidas condolências.

locais

Residentes em Espinho com mais de 65 anos vão ter transportes públicos gratuitos

Os cidadãos de Espinho com mais de 65 anos passarão a poder viajar gratuitamente nos transportes públicos da Área Metropolitana do Porto (AMP), anunciou a autarquia, que espera implementar a medida no próximo mês de novembro.

Abrangendo comboios urbanos da CP, rede de Metro do Porto e autocarros tanto da Unir como da STCP, a mudança visa garantir o que a Câmara Municipal de Espinho descreve como “uma mobilidade mais acessível” nos 17 concelhos da área metropolitana, sete dos quais no distrito de Aveiro.

“A gratuitidade dos transportes para os maiores de 65 anos é uma resposta importante para apoiar a mobilidade da nossa população sénior. Ao mesmo tempo, queremos tornar o acesso ao [sistema de transportes] Andante mais simples e mais próximo, para que os munícipes possam tratar destes serviços no próprio concelho”, afirma Jorge Ratola, Presidente da Câmara de Espinho.

Essa preocupação prende-se com o facto de as anunciadas deslocações gratuitas implicarem o uso de um cartão Andante, ao qual o autarca social-democrata quer que seja mais fácil aceder, “em proximidade”.

Os interessados podem, por isso, solicitá-lo no Gabinete de Atendimento ao Munícipe da própria Câmara de Espinho, apresentando para o efeito o seu Cartão de Cidadão e uma “certidão de residência” que comprove a sua morada no concelho.

Quanto ao número de viagens que cada sénior espinhense poderá beneficiar na AMP, Jorge Ratola explica à Lusa: “O Município assumirá o custo das viagens realizadas, até ao limite do valor mensal do respetivo passe. Isto significa que a Câmara pagará apenas as viagens efetivamente realizadas por cada utilizador”.

Considerando que os dados demográficos da autarquia apontam para 10.000 cidadãos com mais de 65 anos a residir no concelho, a Câmara tem reservados para esta medida 250.000 euros anuais.

Isso representa 25 euros em deslocações por cada beneficiário, sendo que, se um utente gastar mais do que esse montante em viagens, a autarquia terá que suportar apenas o valor de um passe mental do Andante – que, a preço individual para o escalão etário em causa, custa atualmente 25 a 30 euros, sem limite de utilizações.

Ainda no contexto da mobilidade verde e acessível, a Câmara Municipal de Espinho anunciou esta semana um projeto que visa promover o sistema Andante também junto da comunidade escolar, em concreto dos estudantes do 7.º ao 12.º ano. O objetivo é aproximar os mais jovens do sistema de transporte público, “incentivando a sua utilização nas deslocações quotidianas”.

LOCAIS

Águeda adjudica requalificação da Escola de Aguada de Baixo

A Câmara de Águeda adjudicou por 1,3 milhões de euros a requalificação da Escola de Aguada de Baixo. Segundo uma nota camarária, a autarquia adjudicou na reunião do executivo municipal de quinta-feira a requalificação da Escola EB1 e Jardim de Infância de Aguada de Baixo por 1.201.301,19 euros e um prazo de execução de 540 dias.

De acordo com a mesma nota, a obra vai transformar o edifício e espaços exteriores, e garantir a continuidade de uma escola que chegou a estar prevista para desativação.

“Estamos a inverter uma lógica de encerramento de escolas que chegou a estar prevista. A nossa opção é investir nas escolas, valorizá-las, requalificá-las e garantir a sua continuidade”, afirma Jorge Almeida.

A intervenção prevê uma requalificação profunda do edifício, adaptando-o às atuais exigências pedagógicas, de segurança, conforto, acessibilidade e eficiência energética.

Serão remodeladas as salas de aula, instalações sanitárias, refeitório, cozinha e sala polivalente, estando igualmente prevista a renovação das infraestruturas técnicas, revestimentos, fachadas, coberturas e caixilharias.

A empreitada contempla ainda medidas destinadas a melhorar o comportamento térmico e acústico do edifício, proporcionando melhores condições de conforto à comunidade escolar e contribuindo para a redução dos consumos energéticos.

A acessibilidade será também reforçada, através da eliminação de barreiras arquitetónicas, criação de percursos acessíveis e instalação de uma casa de banho adaptada.

No exterior, os espaços de recreio e convívio serão renovados, estando previstas novas zonas verdes, uma horta pedagógica, reabilitação do parque infantil e do campo de jogos, novas áreas cobertas e melhoria dos percursos e pavimentos.

O projeto procura, simultaneamente, preservar a identidade arquitetónica do equipamento e dotá-lo de soluções construtivas mais modernas, eficientes e duráveis.

A requalificação integra a lista de projetos indicativos do Contrato para o Desenvolvimento e Coesão Territorial – ITI da CIM Região de Aveiro, estando previsto o seu cofinanciamento pelo FEDER, através do Programa Centro 2030.

Atualmente, o município tem em desenvolvimento o projeto de execução e das especialidades para a Escola Básica de Assequins, onde está prevista uma ampliação, enquanto que para a Escola Básica de Travassô está prevista a construção de uma nova escola, num terreno já cedido para esse efeito.

Acresce ainda a requalificação da Escola Secundária Adolfo Portela, que prevê um investimento superior a 14,25 milhões de euros. O concurso público internacional foi lançado em maio e, na última reunião de câmara, foi prorrogado por 90 dias o prazo para apresentação de propostas, tendo em conta a necessidade de alterar algumas condições técnicas e especiais do exigido para a obra.

LOCAIS

Cartaxo relança obra da Loja do Cidadão

A Câmara Municipal do Cartaxo vai lançar um concurso para concluir a construção da Loja do Cidadão, prevendo um investimento de dois milhões de euros, após a empreitada inicial ter ficado por terminar.

Segundo o executivo municipal, está prevista a repartição dos encargos por este ano (1,2 milhões de euros) e por 2027 (800 mil euros).

O Presidente da Câmara do Cartaxo, João Heitor, explicou que os dois milhões de euros constituem um valor de referência para o lançamento do concurso, admitindo que a adjudicação final possa ficar abaixo desse montante.

Segundo o autarca, a obra encontra-se numa fase “em que pode andar depressa”, ou seja, permitirá uma execução relativamente rápida após a adjudicação.

“Acredito que até para o próximo ano, eventualmente para meados do próximo ano, a loja pode estar finalizada”, afirmou.

Paralelamente, a autarquia vai avançar com uma intervenção autónoma na zona posterior do edifício, destinada à impermeabilização da estrutura, execução de sistemas de drenagem e estabilização do talude existente junto à futura Loja do Cidadão.

De acordo com o Presidente do município, será uma intervenção de reduzida expressão financeira, quando comparada com o valor necessário para concluir a obra principal, mas considerada necessária para corrigir problemas identificados no local.

A autarquia pretende também recuperar junto do empreiteiro os custos adicionais resultantes do incumprimento contratual, recorrendo à caução prestada pela empresa, às penalidades entretanto aplicadas e, se necessário, a outros mecanismos legais.

João Heitor indicou também que ainda não é possível determinar o montante que poderá vir a ser reclamado à empresa, uma vez que esse cálculo depende do custo final da nova empreitada.

A construção da Loja do Cidadão do Cartaxo arrancou em fevereiro de 2025, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com um investimento inicialmente anunciado de cerca de 1,7 milhões de euros para concentrar num único espaço serviços como a Segurança Social, a Autoridade Tributária e Aduaneira e o Instituto dos Registos e do Notariado.

A empreitada sofreu, contudo, vários atrasos durante 2026, levando o município a aplicar penalidades contratuais ao empreiteiro por incumprimento dos prazos estabelecidos.

REGIONAIS

Autonomia dos Açores é uma “centralidade estratégica no mundo”

O Presidente do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro, defende que a autonomia açoriana se afirma atualmente como uma “centralidade estratégica no mundo”, destacando o papel da Região na economia global, na geopolítica e na geoestratégia económica.

“Esta é agora uma centralidade no mapa, na economia global e do futuro, na geopolítica e na geoestratégia económica”, afirmou o líder social-democrata açoriano, e presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM), na sessão inaugural da Convenção Jovem dos 50 Anos da Autonomia, realizada na Horta, na ilha do Faial, dia 4 de outubro.

Segundo uma nota do gabinete de imprensa do PSD/Açores, José Manuel Bolieiro salientou que a autonomia permitiu projetar a Região no mundo e sustentou que esse desenvolvimento “não se faz pela quantidade industrial, faz-se pela qualidade do conhecimento e da sua transformação em riqueza”, deixando também uma mensagem de confiança e esperança às novas gerações.

Na sessão, o Presidente da JSD/Açores, Luís Raposo, destacou a importância do compromisso das novas gerações com a autonomia, defendendo a necessidade de dar continuidade ao trabalho realizado e de não tomar por adquirido o legado deixado pelos seus protagonistas.

Para Luís Raposo, “a sua geração tem de ser capaz de proporcionar às gerações futuras “uns Açores mais fortes, mais preparados e com mais oportunidades”.

A Convenção Jovem dos 50 Anos da Autonomia é promovida pelo PSD/Açores, através do Gabinete de Estudos Regional, em parceria com a JSD/Açores.

De acordo com o PSD/Açores, as sessões são dinamizadas por protagonistas das primeiras gerações do partido nas ilhas onde decorrerão.

Na sessão da Horta participaram como oradores convidados Luís Garcia, presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Carlos Ferreira, presidente da Câmara Municipal da Horta, Fernando Faria, antigo deputado, e Eugénio Leal, antigo Secretário regional, que “partilharam memórias e reflexões sobre o processo de construção da autonomia em diferentes áreas”, acrescenta o PSD/Açores.

A Convenção Jovem dos 50 Anos da Autonomia prosseguirá em Ponta Delgada, a 1 de novembro, e em Angra do Heroísmo, a 1 de dezembro.

REGIONAIS

Governo da Madeira apoiou mais de 3100 residentes em Câmara de Lobos com programas de saúde

Mais de 3100 de residentes no concelho de Câmara de Lobos beneficiaram de apoios através de programas de saúde do Governo Regional (PSD/CDS-PP) nos últimos sete anos, revelou o Instituto de Administração da Saúde (IASAÚDE).

Em comunicado, o IASAÚDE refere que o município de Câmara de Lobos, que hoje assinala o 191.º aniversário, é o segundo da região autónoma com maior número de beneficiários dos programas de apoio à saúde, a seguir ao do Funchal.

“Os dados recolhidos ao longo dos últimos sete anos confirmam uma intervenção contínua, que resulta em mais de 3100 utentes apoiados”, sublinha, destacando programas como o Kit Bebé, +Visão Crianças e Jovens, +Visão Seniores e +Sorriso.

Implementado no concelho em 2019, o Kit Bebé, que garante um apoio de 600 euros para aquisição de produtos de saúde e bem-estar em todas as farmácias da região, já abrangeu mais de 1600 recém-nascidos.

Por outro lado, o programa ‘+Visão Crianças e Jovens’, ativo desde 2022, chegou a mais de 660 utentes com idades compreendidas entre os zero e os 14 anos.

O +Visão Seniores, em vigor desde 2019, apoiou mais de 618 residentes, com uma comparticipação de 150 euros na compra de óculos graduados nas óticas aderentes.

Segundo o IASAÚDE, a saúde oral regista também “resultados consistentes”, sendo que o programa +Sorriso, dirigido a crianças e jovens entre os 10 e os 16 anos, contabiliza mais de 270 beneficiários desde 2023.

“Com mais de três mil beneficiários, Câmara de Lobos destaca-se como um dos concelhos onde os programas do IASAÚDE têm maior expressão”, refere no comunicado.

O concelho de Câmara de Lobos, contíguo ao do Funchal a oeste, tem 32.808 residentes (dados oficiais referentes a 2025), distribuídos por cinco freguesias – Câmara de Lobos, Quinta Grande, Estreito de Câmara de Lobos, Jardim da Serra e Curral das Freiras. A autarquia é liderada desde sempre pelo PSD com maioria absoluta.

europa

“Portugal não avançou só ao lado da Europa, mas antes dela”

Sebastião Bugalho destaca percurso português durante visita de Luís Montenegro a Estrasburgo

O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, esteve esta terça-feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, para participar no debate “This is Europe”, que contou também com a intervenção do eurodeputado e porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho.

Perante o Primeiro-Ministro, a Comissão Europeia e os restantes eurodeputados, Bugalho frisou que Portugal tem antecipado respostas para alguns dos desafios que hoje estão no centro da agenda europeia, com destaque para a gestão da água, a proteção contra catástrofes, a imigração e a habitação. “Ser europeu é fazer o oposto do que a maioria esperava, mas que todos sabiam que tinha de ser feito. Se aceitarmos essa definição, não encontramos governo mais europeu do que o português”, afirmou.

A gestão da água e a proteção contra catástrofes estiveram entre os exemplos apontados por Bugalho, duas áreas em que iniciativas anunciadas pela Presidente da Comissão Europeia durante o discurso sobre o Estado da União seguem soluções já avançadas por Portugal. Na gestão dos recursos hídricos, a Comissão anunciou uma Iniciativa Europeia para a Água, com uma abordagem integrada que envolve setores como a agricultura, a indústria e a energia, em linha com a iniciativa portuguesa “Água que Une”. No mesmo discurso, Ursula von der Leyen anunciou ainda uma Aliança Climática de Seguros, um mecanismo europeu de resseguros destinado a reforçar a proteção das regiões afetadas por catástrofes naturais, uma solução que Portugal já vinha a defender. “Portugal não avançou só ao lado da Europa, mas antes dela”, afirmou Bugalho, recordando a “europeízação de medidas que nasceram em Portugal com o atual Governo”.

Na área da imigração, o eurodeputado apontou as reformas adotadas pelo Governo que permitiram reduzir para metade o tráfico humano e dar resposta a 583 mil processos que se encontravam por regularizar. Na habitação, destacou a entrega de 30 mil casas e o apoio a mais de 120 mil jovens na aquisição da primeira habitação. Para Bugalho, estes são exemplos de respostas a desafios que hoje ocupam um lugar central na agenda europeia.

É neste contexto que Bugalho enquadrou também a necessidade de conciliar coesão e competitividade, dois dos eixos centrais da intervenção de Luís Montenegro. “Somos um país da coesão que não abdica da competitividade. Somos uma economia competitiva que não abdica da sua coesão”, afirmou o porta-voz social-democrata.

A intervenção terminou com uma referência ao papel de Portugal num contexto internacional marcado pela instabilidade. Para Bugalho, a crescente importância do Médio Oriente para a estabilidade global reforça também a relevância do papel português na relação entre o Conselho de Segurança das Nações Unidas e os países do Golfo. “Num mundo cada vez mais hostil, o Médio Oriente tornou-se determinante para a estabilidade global”, afirmou, acrescentando que Portugal assumiu “um papel pivotal” nesta relação.

Dirigindo-se diretamente ao Primeiro-Ministro, Bugalho concluiu sublinhando a continuidade dessa abordagem: “Hoje, senhor Primeiro-Ministro, recebemo-lo com a tranquilidade de sabermos que vamos continuar a fazer o que é necessário quando outros esperam e desejavam o contrário.”

EUROPA

PAULO CUNHA

“O orçamento europeu tem de estar ao alcance de todos”

A competitividade e a coesão devem avançar lado a lado no próximo orçamento da União Europeia, para que o reforço da economia europeia não deixe regiões para trás. Foi esta a mensagem deixada por Paulo Cunha durante o debate com o Primeiro-Ministro Luís Montenegro no Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

O chefe da Delegação do PSD defendeu que o próximo Quadro Financeiro Plurianual será essencial para concretizar dois princípios fundamentais do projeto europeu: não deixar ninguém para trás e permanecer unidos na diversidade.

Esta visão esteve também presente na intervenção de Luís Montenegro, que salientou a necessidade de conciliar competitividade e coesão. Nesse sentido, Paulo Cunha defendeu que o próximo orçamento deve aprofundar o Mercado Único, preservar a Política de Coesão e a Política Agrícola Comum e proteger as regiões ultraperiféricas.

“O orçamento europeu tem de estar ao alcance de todos. As empresas, instituições e territórios devem conseguir aceder facilmente às oportunidades que a União Europeia disponibiliza. Para isso, é fundamental combater a burocracia e simplificar os procedimentos”, afirmou.

O eurodeputado apontou ainda a necessidade de criar novas receitas próprias, que permitam à União Europeia responder às suas prioridades com um orçamento mais arrojado.

O debate realizou-se no ano em que Portugal celebra quatro décadas de adesão à União Europeia. Luís Montenegro recordou que “a Europa faz parte do destino e da vocação” do país e que foi também com a solidariedade europeia que Portugal conseguiu reerguer-se e reinventar-se durante um dos períodos mais difíceis da sua história.

“Só desta forma poderemos alcançar os nossos objetivos, estar mais próximos uns dos outros e ser mais competitivos”, concluiu Paulo Cunha.

EUROPA

Lídia Pereira defende interconexões energéticas em debate com Luís Montenegro

Lídia Pereira interveio esta terça-feira, 6 de outubro, no Parlamento Europeu, durante o debate “This is Europe” com o Primeiro-Ministro Luís Montenegro, defendendo que a União Europeia precisa de acelerar as interconexões energéticas, reduzir dependências externas e transformar a transição energética numa verdadeira estratégia de competitividade e crescimento.

O debate decorreu no ano em que se assinalam 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia e permitiu ao Primeiro-Ministro apresentar a sua visão sobre o futuro do projeto europeu. Luís Montenegro destacou a necessidade de uma União mais competitiva, menos burocrática e mais eficaz na execução, bem como a importância da política de coesão, da segurança e da capacidade de a Europa responder aos atuais desafios geopolíticos. 

Na sua intervenção, Lídia Pereira começou por sublinhar que os principais problemas europeus estão há muito identificados. “Os diagnósticos estão todos feitos: a Europa cresce pouco, paga demasiado pela energia e decide devagar. Mas Portugal mostra que é possível fazer diferente”, afirmou a vice-presidente do Grupo PPE.

A eurodeputada do PSD destacou o desempenho português na transição energética e defendeu que o país pode assumir uma voz forte na construção de uma nova agenda europeia para a energia. “Portugal prova que a transição energética atrai investimento, cria emprego e reforça a competitividade. A transição energética não é apenas política climática. É política industrial. É segurança. É soberania”, afirmou.

Lídia Pereira chamou ainda a atenção para a necessidade de acabar com o isolamento energético da Península Ibérica. “Uma Europa que ainda paga caro por décadas de dependência não pode aceitar que a Península Ibérica continue a ser uma ilha energética”, alertou, defendendo o reforço das interconexões com o resto do continente.

Para a eurodeputada portuguesa, uma maior integração energética permitiria aproveitar melhor o potencial renovável de Portugal e Espanha, diversificar fontes de abastecimento e reduzir custos para empresas e consumidores. “Interligar a Península é baixar preços, reduzir dependências e pôr energia limpa ao serviço da indústria europeia”, sublinhou.

A social-democrata concluiu deixando uma mensagem clara sobre a necessidade de transformar a autonomia energética europeia em capacidade concreta. “A soberania energética da Europa não se proclama. Constrói-se, ao ligar os recursos que temos à indústria que deles precisa.”

Ao longo do debate, Luís Montenegro defendeu também uma Europa mais competitiva e capaz de executar mais rapidamente, num contexto em que estão em discussão o próximo orçamento europeu, o aprofundamento do Mercado Único, a segurança, a defesa e o apoio à Ucrânia.

A sessão realizou-se no âmbito da série de debates “This is Europe”, dedicada à visão dos chefes de Governo sobre o futuro da União Europeia.

Memórias

Memórias & História

Edição n.º 724 do “Povo Livre”, de 26 de outubro de 1988.

“Êxito da visita a Marrocos de Cavaco Silva”.

convocatórias

CONVOCATÓRIAS PSD

Convocatórias submetidas no SIGMO (área reservada) até às 23h59 de terça-feira

convocatórias jsd

RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: [email protected]

IV CONSELHO DISTRITAL DE AVEIRO

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD, do Regulamento Nacional dos Congressos e Conselhos Distritais da JSD e demais Regulamentos aplicáveis, convoca-se o IV Conselho Distrital Ordinário da JSD Distrital de Aveiro do mandato 2025/2027, para reunir no próximo dia 17 de outubro de 2026 (sábado), pelas 14h30, na Sede do PSD de Ovar Rua Ferreira de Castro, n° 86, 3880-218 Ovar), com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Análise da situação política;
  2. Outros assuntos.

CONSELHO DISTRITAL DE SANTARÉM

Ao abrigo dos estatutos da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes do Distrito de Santarém, para a reunião realizada no próximo dia 24 de outubro de 2026, sábado, pelas 10h00, no concelho de Chamusca na Sede do PSD da Chamusca que sita na Rua Direita de São Pedro, n.º 119/123, 2140-098 Chamusca, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações;
  2. Análise da situação política;
  3. Apresentação e votação do plano de atividades;
  4. Outros assuntos. 

ESTA CONVOCATÓRIA PERTENCE AO PL ANTERIOR 30/09/26

lisboa

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da Juventude Social Democrata e dos demais Regulamentos Aplicáveis, convoca-se o Plenário Concelhio da JSD Lisboa para reunir, no próximo dia 12 de outubro de 2026, com início pelas 20h30, na Sede do PSD Distrital de Lisboa sito na Praça João Bosco n 3, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações;
  2. Análise da Situação Política;
  3. Outros Assuntos.

MARCO DE CANAVESES

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convocam-se os Militantes da JSD Concelhia de Marco de Canaveses para reunir no próximo dia 17 de outubro de 2026 (sábado), às 11h00, na Sede do PSD/JSD de Marco de Canaveses sita no Largo Sacadura Cabral nº10, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações e Análise da situação política atual;
  2. Outros assuntos.

OVAR

Nos termos dos Estatutos Nacionais da Juventude Social Democrata e demais regulamentos aplicáveis, convocam-se todos os militantes da JSD Ovar para reunir em Plenário de Militantes, a realizar-se no próximo 17 de outubro de 2026, pela 10h30, na Sede da Secção de Ovar do Partido Social Democrata, sita na Rua Ferreira de Castro, n.º 84, 1.º Esq., Ovar, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Análise da situação política;
  2. Outros assuntos de interesse para a concelhia.

VOUZELA

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se o Plenário Concelhio da JSD Vouzela, para reunir no dia 17 de outubro de 2026, no Auditório Municipal 25 de abril, em Av. Sidónio Pais 6, 3670-261 Vouzela, às 18h00, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações;
  2. Análise da situação Política nacional e local;
  3. Definição das linhas estratégicas de atuação da JSD Vouzela;
  4. Outros assuntos.

Povo Livre N.º 2413

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