Luís Montenegro formalizou na segunda-feira, na sede nacional, em Lisboa, a recandidatura a Presidente da Comissão Política Nacional do PSD às eleições diretas de 30 de maio de 2026
A Câmara de Vila Pouca de Aguiar implementou um apoio ao transporte dos alunos do Ensino Superior, pagando seis bilhetes de autocarro por mês, para permitir que os estudantes possam regressar a casa regularmente
O PSD/Açores revelou que o Governo Regional dos Açores vai investir quatro milhões de euros na manutenção de edifícios escolares na ilha Terceira
Uma convocatória para um grande torneio internacional desperta, invariavelmente, uma enorme discussão pública, alimentando paixões e opiniões que, não raras vezes, vão para lá do racional.
Mas, numa análise mais profunda e distanciada, constitui também um exercício de discussão de diferentes visões, métodos e capacidade de transformar talento individual em força coletiva. É um exercício que, curiosamente, tem pontos de contacto com qualquer processo de liderança nacional, em concreto escolher bem, planear com rigor e construir equipas capazes de responder aos desafios do presente.
A observação atenta de uma seleção revela sempre o princípio de que nenhuma vitória nasce do improviso. Há critérios, há equilíbrio entre experiência e renovação, há a coragem de apostar em quem acrescenta algo ao grupo. É assim no desporto e é assim em qualquer projeto de governação que se queira sólido e orientado para resultados.
Também na vida pública, a construção de uma equipa exige combinar referências consolidadas com novos protagonistas que trazem energia, ideias e capacidade de inovação. Quando bem feita, esta mistura promove estabilidade sem estagnação, renovação sem rutura, permitindo que um país avance com confiança.
Do mesmo modo, a liderança pelo exemplo constitui-se como um fator preponderante de sucesso. No futebol, vê‑se no modo como os jogadores mais experientes definem padrões de exigência e inspiram o grupo. Na governação, vê‑se na forma como o Primeiro‑Ministro estabelece prioridades, define ritmo e cria um ambiente onde o mérito e o trabalho contam mais do que a retórica.
A liderança que faz a diferença não precisa de braçadeiras, visíveis ou invisíveis. Precisa de coerência, de presença e de uma visão que mobilize. É isso que contagia equipas e que transforma esforço individual em progresso coletivo.
Portugal tem talento, tem ambição e tem vontade de vencer. Quando a liderança é clara e a equipa está alinhada, o país avança. No relvado ou na vida pública, o sucesso nasce sempre da combinação certa entre estratégia, trabalho e espírito de equipa.
Percebe-se, pois, porque Portugal avança para ser maior.
Emília Santos
Diretora Povo Livre
O Primeiro-Ministro não quer que Portugal esteja “de mão estendida a pedir” à União Europeia, mas que se torne num contribuinte líquido. “Nós estamos a mobilizar Portugal para estar preparado, não é para estar de mão estendida a pedir”, disse.
Na conferência comemorativa da Adesão de Portugal às Comunidades Europeias na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, dia 12 de maio de 2026, Luís Montenegro salientou que a ambição de Portugal, do Governo PSD/CDS-PP e a sua em particular, é que Portugal seja um contribuinte líquido da União Europeia.
“Já não falta muito. Portugal hoje já contribui para a União Europeia, para o orçamento da União Europeia, com cerca de 2.500 milhões de euros por ano”, frisou, indicando que esse valor não anda muito longe daquele que o país recebe por ano de fundos europeus.
Segundo Luís Montenegro, a probabilidade de este montante subir de uma forma muito expressiva no próximo quadro financeiro plurianual é elevada porque Portugal é um país mais desenvolvido e, indexado a esse desenvolvimento, está também uma maior comparticipação.
“O que nós devemos é preparar-nos para duas coisas. Uma é para sermos defensores implacáveis do princípio da coesão enquanto esteio da solidariedade e da competitividade europeia”, apontou.
Se não houver oportunidades para aqueles que têm mais dificuldades em acompanhar aqueles que têm mais desenvolvimento, o espaço como um todo vai ficar mais enfraquecido, sustentou. E, ficando mais enfraquecido, prejudica aqueles que ficam para trás, mas também os outros que ficam sem mercado e sem a capacidade de escoamento dos seus produtos, ressalvou.
No próximo ciclo financeiro da União Europeia há um princípio novo de acesso a financiamento em condições concorrenciais no qual os projetos vão ser avaliados pelo mérito, pela excelência e pela escala que podem trazer ao nível dos agentes económicos, apontou.
“E esse processo é um processo do qual nós não devemos ter medo, é um processo no qual nós devemos participar. Eu até vou mais longe, é um processo onde nós vamos participar”, garantiu.
Em sua opinião, Portugal vai estar preparado para apresentar projetos “credíveis, ambiciosos e fortes” para poderem ser elegíveis pelo seu mérito e pela sua excelência.


O Primeiro-Ministro defende que o País está numa rota de crescimento e de credibilidade, acima da média da União Europeia do ponto de vista da dinâmica da economia e do crescimento dos salários.
Esta segunda-feira, 18 de maio de 2026, em Caminha, à margem da inauguração das obras de estabilização do paredão de Moledo, num investimento de 180 mil euros, Luís Montenegro assegurou que esse trajeto “é para continuar”, apesar de “alguns aproveitarem a ocasião destes episódios conjunturais para tentar diminuir esse percurso, dizendo que o país está pior”.
O Primeiro-Ministro declarou que faz o “balanço todos os dias”, sublinhando que 2026 “tem sido um ano muito intenso de projeção de Portugal do ponto de vista económico e social”. “Estamos hoje muito marcados, e é normal, por um início de ano que foi muito atípico. Primeiro as tempestades, depois o agravar do conflito no Médio Oriente e o seu impacto na cadeia de abastecimento, primeiro nos combustíveis e depois já nos outros bens essenciais”, referiu, sublinhando que “Portugal é o país da OCDE onde as pessoas têm recuperado mais o rendimento, têm valorizado mais o seu trabalho, pagam menos impostos hoje do que pagavam há dois anos e há um ano também sobre o rendimento do seu trabalho, as empresas têm mais instrumentos para poderem inovar, para poderem empreender”.
O Primeiro-Ministro frisou que o Governo está “a recuperar os serviços públicos, (…) que Portugal é um dos países que tem os preços mais acessíveis de energia na Europa, (…), e que será “o terceiro mais competitivo nesse domínio”.
“Estamos no top 3, portanto, um fator que há alguns anos era, não vou dizer impeditivo, mas pelo menos inibidor de maior investimento, neste momento é atrativo. Nós temos capital humano, nós temos um apego grande às tecnologias, nós temos políticas públicas que favorecem o investimento e o trabalho, menos impostos, maior simplificação de procedimentos, como aliás estamos a ver também aqui agora neste perímetro do investimento público”, acrescentou.
Para Luís Montenegro, Portugal “e um país com razões para ambicionar, para continuar a colocar na vida concreta as pessoas aquilo que consegue fazer coletivamente”.
Em Monção, onde inaugurou o Minho Park, uma zona empresarial de 56 hectares situada junto à fronteira com a Galiza, em Espanha, o Primeiro-Ministro convidou os jovens a ficarem no país para aproveitarem o seu potencial, em vez de o esbanjarem “noutras paragens”, destacando Monção como exemplo de conectividade tecnológica, competitividade e qualidade de vida.
“Aqui vive-se melhor. Quero deixar um convite, aos menos jovens e aos mais jovens, para que olhem para projetos como este e pensem naquilo que podemos fazer se cá ficarmos todos. Se aproveitarmos o nosso potencial cá dentro, em Portugal, em vez de o esbanjarmos noutras paragens. E para o aproveitarmos obtendo a qualidade de vida que muitos querem, legitimamente”, afirmou.
Para o Primeiro-Ministro, o Alto Minho oferece “um fator de competitividade enorme e não há muitos lugares na Europa e no mundo que o possam oferecer com tanta consistência”. “Esta região oferece uma qualidade de vida enorme. Oferece bons serviços públicos, bons empregos, boas oportunidades de progressão. Oferece proximidade a grandes centros e proximidade é conectividade, em termos de mobilidade física e de mobilidade tecnológica”, descreveu.
Luís Montenegro apontou o Minho Park Monção como “um bom exemplo” do que o Governo pretende para Portugal, explicando estar a referir-se a “fazer convergir vontades, ao arrojo empresarial” ou “à capacidade de acreditar nas pessoas”.
O Primeiro-Ministro disse estar convencido de que será criada em Monção “uma nova centralidade que se vai alastrar e contaminar positivamente” o Alto Minho e a região Norte. “Fico perturbado quando dizem que Monção é interior, porque estamos a dezenas de quilómetros da costa. Monção está no epicentro do Norte de Portugal e da Galiza, nesta frente atlântica onde vivem mais de três milhões e meio de pessoas, onde estão localizadas infraestruturas fundamentais – desde portos, aeroportos, vias rodoviárias, vias ferroviárias, centros tecnológicos, centros de conhecimento, boas universidades”, observou.
Luís Montenegro formalizou na segunda-feira, na sede nacional do PSD, em Lisboa, a recandidatura a Presidente da Comissão Política Nacional do Partido Social Democrata às eleições diretas de 30 de maio de 2026.
O Presidente do PSD e recandidato procedeu à entrega, além das declarações de subscrição (mais 4000 de assinaturas – mais do dobro face às 1.500 exigidas pelo Regulamento eleitoral), o orçamento e a Proposta de Estratégia Global.
Intitulada “Trabalhar – Fazer Portugal Maior”, a Proposta de Estratégia Global assenta em cinco eixos principais: Potenciar Portugal: investir no talento de todos, sem deixar ninguém para trás; Desbloquear Portugal: reformar o Estado para remover os obstáculos à vida dos portugueses e das empresas; Transformar Portugal: reforçar a coesão, a competitividade e a inovação; Preparar Portugal: garantir a autonomia energética para reforçar a resiliência climática e a competitividade; e Ampliar Portugal: mais presença e influência na Europa e no mundo.
Coordenada por Fernando Alexandre, a Proposta de Estratégia Global lembra que “os portugueses estão manifestamente cansados de eleições intercalares”, pelo que “Governo e oposições devem cumprir as suas missões e, no fim da legislatura, todos serão julgados pelo seu desempenho”.
Segundo o texto, no exercício de funções governativas, o Governo, liderado pelo PSD, reitera o propósito de continuar a resolver, com “coragem reformista e ambição responsável”, os “problemas concretos das pessoas e transformando o país a olhar para as gerações vindouras”.
Por fim, e tal como vinca o documento, o PSD “conduz a maioria das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia, bem como os governos da República e das Regiões Autónomas”. Nesse sentido, “as eleições autárquicas e a conquista das Presidências da ANMP, ANAM e ANAFRE, consolidaram o PSD como o maior partido português e confirmaram um percurso de compromisso com o território e com a génese popular e interclassista da nossa implantação fundacional”.
A eleição do Presidente do PSD realiza-se no sábado, dia 30 de maio de 2026, entre as 14h00 e as 19h00. O 43.º Congresso Nacional do PSD decorre nos dias 20 e 21 de junho de 2026, no Velódromo Nacional de Sangalhos, na Anadia.
O eurodeputado Paulo Cunha participou na conferência “Products, customs and digital reforms: Ensuring European consumer’s safety and industrial competitiveness”, que decorreu no Parlamento Europe, promovida pelo Textile Friendship Group e pela EURATEX, dedicada aos desafios competitividade e sustentabilidade no setor têxtil europeu.
A conferência reuniu representantes das instituições europeias, autoridades de fiscalização e líderes da indústria para debater o impacto do crescimento das plataformas de e-commerce, a necessidade de reforçar os mecanismos de controlo no mercado europeu e os desafios associados à transição para uma economia mais circular e sustentável.
Durante o debate foram identificados vários desafios que afetam a indústria têxtil europeia, nomeadamente o aumento das importações de produtos que não cumprem os requisitos europeus, em particular através de plataformas de comércio eletrónico, bem como o impacto da concorrência desleal sobre o setor europeu. Paulo Cunha defendeu uma resposta europeia mais eficaz, assente no reforço da fiscalização aduaneira, na proteção dos consumidores e na promoção da competitividade da indústria europeia.
“A sustentabilidade e a competitividade têm de caminhar lado a lado. Não podemos exigir mais às empresas europeias e permitir que produtos que não cumprem as mesmas regras entrem livremente no mercado europeu”, afirmou.
A circularidade foi outro dos temas centrais da intervenção do eurodeputado, que defendeu políticas capazes de incentivar a reutilização, a durabilidade e a reciclagem de materiais, bem como melhores condições para o desenvolvimento de modelos de negócio mais sustentáveis.
“A circularidade não pode ser apenas um objetivo ambiental. Tem de ser também uma estratégia industrial e de competitividade para a Europa”, considerou.
Durante o debate, foi ainda destacada a necessidade de acelerar a implementação das reformas europeias na área aduaneira, de modo a garantir regras iguais para produtores europeus e plataformas de comércio eletrónico que operam no mercado europeu.
“A rapidez na implementação destas medidas será decisiva para garantir concorrência justa e proteger a indústria europeia”, defendeu.
Referindo-se ao contexto nacional, Paulo Cunha destacou a capacidade de adaptação, inovação e sustentabilidade da indústria têxtil portuguesa, sublinhando o potencial das empresas nacionais para liderarem a transição para modelos de produção mais circulares e competitivos.
“A indústria têxtil portuguesa tem demonstrado uma enorme capacidade de adaptação, inovação e sustentabilidade, afirmando-se hoje como um setor cada vez mais competitivo no contexto europeu”, concluiu.
O eurodeputado Hélder Sousa Silva chefiou esta semana uma missão parlamentar ao Brasil, naquela que foi a 5.ª Reunião Interparlamentar UE-Brasil. Uma semana após a aplicação provisória do acordo comercial com os países do Mercosul, a delegação, formada por 10 deputados ao Parlamento Europeu de diferentes grupos partidários, foi ao Brasil para, entre outros assuntos, se inteirar de como está o país a preparar-se para o acordo comercial.
Com um interesse mútuo em fortalecer as relações Brasil e União Europeia, Hélder Sousa Silva faz um balanço positivo desta missão e nota as garantias recebidas de que o processo eleitoral que o Brasil terá no próximo mês de outubro “não afetará a implementação do acordo entre os países do Mercosul e a União Europeia”. Para o eurodeputado português, que é presidente da Delegação para as relações com a República Federativa do Brasil (D-BR): “É objetivo de ambas as partes que exista um compromisso mútuo de aproveitar esta oportunidade única e de, ao mesmo tempo, reforçar os laços políticos, económicos e culturais entre a UE e os países do Mercosul”.
No Brasil, o chefe da missão europeia reafirmou que “as relações com o Mercosul e com o Brasil, de forma específica, são prioritárias para a Europa e a expressiva votação do acordo comercial demonstra que o Parlamento brasileiro está em sintonia connosco”. E acrescentou: “Depois de 25 anos de negociações, o tempo das promessas acabou, e é agora hora de passar das palavras aos atos. Do ponto de vista geopolítico, geoestratégico e geoeconómico, é imperativo fechar este capítulo e avançar para a sua operacionalização”.
Em Brasília, os eurodeputados reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, com o Grupo de Amizade Brasil-UE e com ministros e membros do Governo brasileiro. Já no Rio de Janeiro, reuniram com líderes empresariais, organizações da sociedade civil e representantes da juventude.
Além do Mercosul, a missão do Parlamento Europeu visou também aprofundar as relações com o Brasil, para parcerias conjuntas no futuro. Hélder Sousa Silva defendeu um trabalho de parceria nas áreas de Segurança e Defesa, lembrando que o Parlamento Europeu acaba de criar uma Comissão específica para tratar desta temática: “Temos total interesse em avançar no diálogo em segurança e defesa, bem como fortalecer a cooperação já existente em política exterior e comércio”, reiterou o eurodeputado eleito pelo PSD.
Além das relações comerciais, os avanços globais na luta contra as mudanças climáticas, à luz dos resultados da COP30, bem como o papel do Brasil em fóruns como o G20 e o grupo dos BRICS, foram outros dos temas aprofundados no decorrer da missão.
Acima de tudo, afirmou Hélder Sousa Silva, “esta missão representou a essência do trabalho da delegação UE-Brasil: partilhar conhecimento, construir confiança e estreitar os laços entre os dois parlamentos”. E hoje, acrescentou Hélder Sousa Silva, “essa relação é mais importante do que nunca”.
O Deputado ao Parlamento Europeu Sérgio Humberto, membro da Comissão da Saúde Pública (SANT), defendeu em reunião de Comissão de dia 23 de abril que o novo Fundo Europeu para o período 2028-2034 deve ser um instrumento estratégico para o fortalecimento dos sistemas nacionais de saúde, garantindo que a simplificação de processos não resulte em centralização ou perda de eficácia no terreno.
Na qualidade de Relator do PPE para o parecer da Comissão SANT para este dossier que unifica áreas estratégicas como a Coesão, Agricultura, Pescas, Prosperidade e Segurança, o Eurodeputado alertou que a ambição de simplificar procedimentos e focar o orçamento nos resultados deve ser implementada com pragmatismo, especialmente num setor tão sensível como o da saúde pública.
Sérgio Humberto sublinhou que os indicadores de sucesso na saúde não podem ser avaliados apenas no curto prazo, defendendo que o investimento em áreas como a modernização de infraestruturas oncológicas ou a redução de doenças crónicas exige uma visão de continuidade.
“Propomos que os marcos e metas sejam desenhados para refletir a complexidade do setor da saúde, garantindo que a simplificação administrativa não comprometa a qualidade do investimento a médio e longo prazo”, afirmou o parlamentar.
O deputado destacou ainda a importância da coesão territorial, lembrando que a saúde é gerida ao nível regional e local. Para Sérgio Humberto, os novos Planos de Parceria devem assegurar que as regiões tenham voz ativa, garantindo que as verbas cheguem aos hospitais, centros de investigação e, acima de tudo, aos doentes.
Para o parlamentar, a previsibilidade financeira é fundamental perante a incerteza global. Embora reconheça a necessidade de flexibilidade para crises, defende que o investimento estrutural deve permanecer estável para permitir um planeamento eficaz do futuro.
Sérgio Humberto concluiu reiterando que a reforma defendida pelo PSD e pelo PPE visa unir a eficiência de Bruxelas à eficácia no terreno, tornando o novo “Fundo da União” um motor de justiça social.
“Queremos um fundo que não seja apenas mais flexível, mas que seja mais próximo, mais humano e focado na convergência da saúde em toda a Europa”, rematou.
A Câmara de Vila Pouca de Aguiar implementou um apoio ao transporte dos alunos do Ensino Superior, pagando seis bilhetes de autocarro por mês, para ajudar as famílias e os estudantes a regressar regularmente a casa.
A Presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, revelou que o objetivo desta medida é dar um apoio aos estudantes universitários que usam o transporte rodoviário para se deslocarem para a universidade.
A medida aplica-se a partir do ano letivo 2026/2027, depois de o regulamento ter sido publicado na segunda-feira, em “Diário da República” e, segundo concretizou, o município atribui um apoio de seis viagens por mês.
“É uma medida de apoio às famílias e aos jovens, porque alguns têm alguma dificuldade para conseguirem vir a casa ao fim de semana face às despesas que isso implica”, afirmou Ana Rita Dias.
Acrescentou que a câmara entendeu “que seria uma mais-valia também dar este apoio para que os jovens possam continuar a vir a sua casa e irem para a universidade e, assim, minimizar o custo que as famílias têm com as despesas universitárias”.
A autarca referiu que é também uma ajuda que complementa à bolsa já atribuída aos estudantes que frequentam o Ensino Superior.
O município do distrito de Vila Real tem atualmente 69 alunos bolseiros, num investimento de cerca de 63 mil euros. Os estudantes têm de solicitar o apoio ao município e são abrangidos por esta medida os alunos do Ensino Superior que tenham residência no concelho há pelo menos dois anos, tenham matrícula em estabelecimento de Ensino Superior público ou privado e tenham transitado de ano. O apoio municipal de atribuição da comparticipação da despesa com a aquisição de bilhetes de transportes rodoviários a estudantes universitários será materializado sob a forma de reembolso financeiro às famílias, tendo por base a apresentação das faturas comprovativos da aquisição dos mesmos
O relatório e contas de 2025 da Câmara da Trofa apresenta um lucro de sete milhões de euros. A autarquia explicou que “a poupança corrente do ano 2025 cifrou-se nos 8.549.909,66 euros”, tendo sido canalizados “cerca de três milhões de euros para pagar investimento, tendo ficado em tesouraria, grosso modo, cerca de cinco milhões”.
“A estes acrescem, grosso modo, mais dois milhões da gerência do ano 2024, o que perfaz os sete milhões”, lê-se na explicação apresentada.
O documento foi aprovado por unanimidade na reunião do executivo liderado pelo social-democrata Sérgio Araújo.
O executivo sublinhou “a redução da dívida para um valor inferior a 15 milhões de euros”, ao mesmo tempo que revela uma “taxa de execução da receita superior a 85%, um investimento avultado em obra pública e um prazo médio de pagamento a fornecedores fixado em 20 dias”.
Segundo os dados apresentados, a Câmara da Trofa tem “uma autonomia financeira cifrada em 80,79%, liquidez de 299,35% e solvabilidade de 420,56%”, enquanto sobre a “despesa de capital o documento aponta uma taxa de execução de 64,81%, valor inferior ao registado em 2024”.
Citado pelo comunicado, Sérgio Araújo garantiu que o objetivo passa por “continuar a reduzir dívida, mas executar”, apontando como meta futura uma taxa de execução da despesa superior a 85%.
A Câmara Municipal de Sintra aprovou a criação de um Conselho Local de Habitação, com o objetivo de se pronunciar sobre “a estratégia e prioridades” da política municipal de habitação e medidas para a sua concretização.
De acordo com uma proposta da vice-Presidente da autarquia, Andreia Bernardo, o executivo aprovou em reunião privada a criação do Conselho Municipal de Habitação de Sintra, cuja constituição e regulamento deverão ainda ser submetidos para aprovação da assembleia municipal.
O conselho local, previsto na Lei de Bases da Habitação, é um órgão consultivo do município que “apoia a tomada de decisões”, se pronuncia sobre “a estratégia e as prioridades da política municipal de habitação”, e participa e debate “iniciativas que levem ao desenho de políticas” e “às medidas para a sua concretização”.
Segundo a proposta da também vereadora da Habitação, o conselho local será composto por representantes da câmara, sob liderança do presidente da câmara, da assembleia municipal, juntas de freguesia, associações locais e parceiros sociais do setor, nomeadamente de inquilinos, proprietários, da construção, promoção e mediação imobiliária, cooperativas e de moradores.
O conselho poderá ainda, como dispõe a lei de bases, integrar organizações profissionais, científicas, setoriais e não-governamentais da área da habitação e reabilitação urbana, estruturas federativas das cooperativas e organizações de moradores e da habitação colaborativa.
Além dos autarcas e elementos de associações e parceiros, poderão também ser convidados como observadores representantes do Governo, do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e outros organismos públicos do setor.
A proposta foi aprovada, por unanimidade, na reunião privada de terça-feira, 12 de maio de 2026.
“É de enorme relevância não só pensarmos a estratégia de habitação social no concelho de Sintra, como também toda a estratégia de habitação” no município, afirmou Andreia Bernardo, na reunião pública, acrescentando que a maioria das associações convidadas aceitaram integrar o Conselho Municipal de Habitação.
Além de associações de moradores, estarão presentes também representantes de condomínios e ordens como a dos arquitetos, no que dará “uma grande envolvência a nível de habitação” na atividade do conselho municipal.
A Câmara Municipal do Funchal aprovou a atribuição de um apoio de 277 mil euros à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Madeirenses, uma das duas corporações sediadas no concelho.
A medida foi debatida na reunião do executivo camarário, na qual foram também aprovados apoios no valor de 70 mil euros para associações de cariz sociocultural.
“Estes apoios vão permitir que um conjunto de associações com intervenções nestas áreas possam concretizar os seus projetos junto da comunidade”, sublinhou o Presidente da autarquia, o social-democrata Jorge Carvalho.
O autarca indicou, por outro lado, que o projeto de regulamento para o setor do Alojamento Local (AL) recolheu cerca de 150 contributos de munícipes no período de consulta pública, que terminou na segunda-feira, 11 de maio.
Jorge Carvalho disse que 90% dos participantes elogiaram a proposta e destacou que 20% dos contributos foram de cidadãos de nacionalidade estrangeira.
“Contamos ter o regulamento aprovado até ao final do mês de junho”, disse.
O Presidente da Câmara Municipal explicou que o regulamento procura estabelecer um equilíbrio entre a atividade económica de AL, já com “expansão muito significativa” no concelho, e a “necessidade de salvaguardar habitação para os residentes”, assegurando que a proposta final vai manter a proibição de alojamento local em prédios de habitação coletiva.
O Grupo Parlamentar do PSD/Açores sublinhou “o aumento dos investimentos afetos às pescas na Região”, bem como a forma “responsável” como tem sido gerida a empresa pública Lotaçor, “que se comprova com a criação de melhores condições de trabalho para o setor”.
O social-democrata falava após uma reunião, na Horta, com a administração da Lotaçor, onde frisou “o grande esforço que a mesma tem imprimido para requalificar equipamentos, porque falar do setor de pescas é sempre falar dos equipamentos que os pescadores necessitam para fazerem o seu trabalho”.
Segundo Paulo Gomes, “os equipamentos públicos ligados às pescas estavam literalmente ao abandono. Não havia manutenção, não havia requalificação, e estamos a falar de máquinas de gelo, de pórticos, de gruas”, elencou.
O deputado lembrou igualmente o plano de reestruturação em curso na própria empresa, “que é importante, porque a Lotaçor integra o tecido empresarial regional dos Açores e são os contribuintes que pagam o seu funcionamento, pelo que temos de elogiar a responsabilidade por parte de quem a gere”.
“Até 2019, a dívida bancária da Lotaçor situava-se nos 31 milhões de euros, um valor que já foi reduzido para 21 milhões de euros”, lembrou o parlamentar, avançando que “isso acontece porque a empresa precisa de ser sustentável, e é com esse propósito que se está a trabalhar”.
“Mas há outras situações que temos de destacar, como os investimentos ao nível do Programa Mar2030, através do qual a Lotaçor vai fazer um investimento de 21 milhões de euros, o que permitirá comprar novas máquinas de gelo e novas gruas”, disse.
“A Lotaçor realizou também um investimento de 200 mil euros em caixas, cuja falta era sempre um problema no passado para as lotas, portanto tudo se conjuga para que possamos cada vez mais dar melhores condições aos pescadores”, afirmou Paulo Gomes.
O deputado do PSD/Açores recordou ainda que o Governo Regional, “também através da Lotaçor, apoia muito o setor, como acontece, por exemplo, a nível do gelo, cujo custo de um quilo anda à roda de 20 cêntimos, em que o pescador paga apenas três cêntimos”.
O PSD/Açores realçou o empenho do Governo Regional dos Açores na manutenção de edifícios escolares na ilha Terceira, foram esquecidos por executivos anteriores.
“É de valorizar todo o empenho que este Governo Regional tem tido na manutenção dos edifícios escolares na ilha Terceira”, afirmou a deputada regional social-democrata Nídia Inácio, no final de uma visita do grupo parlamentar à Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, em Angra do Heroísmo.
Segundo a parlamentar, está em curso na ilha Terceira “um investimento de quase quatro milhões de euros”, salientando que é “importante não esquecer que foram muitos anos de abandono na manutenção e na remodelação desses mesmos edifícios, por parte dos governos socialistas”.
A deputada referiu que os investimentos na requalificação da rede escolar da ilha Terceira “respondem a uma necessidade antiga, legítima e repetidamente reclamada pela comunidade educativa”.
São intervenções em unidades orgânicas de “enorme importância” para a ilha, como a Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade (ESJEA), a Escola Secundária Vitorino Nemésio, a Escola Básica Integrada dos Biscoitos e a Escola Básica Integrada Francisco Ornelas da Câmara”.
Os Governos Regionais anteriores “esqueceram-se da manutenção e da remodelação destes edifícios e, neste caso, da ESJEA, as obras ainda estão a decorrer e, como em quase todas as situações, o empreiteiro acaba por ter de pedir a prorrogação do seu prazo, porque, ao mexer numa casa que já tem muitos anos, vão aparecendo outras situações que têm de ser vistas”, referiu Nídia Inácio.
Para a social-democrata, investir nas escolas é investir no futuro da juventude, na qualidade do ensino e na dignidade das condições de trabalho de toda a comunidade educativa.
Esta aposta do Governo Regional “demonstra compromisso, sentido de responsabilidade e capacidade de agir onde durante demasiado tempo outros apenas adiaram soluções”.
Na escola hoje visitada, estão a ser realizados trabalhos complementares, “permitindo dar uma resposta mais completa e mais ajustada à realidade encontrada no edifício”.
“O investimento ascendeu a 2,3 milhões de euros, um valor que traduz a importância da intervenção e o compromisso com a valorização da escola pública e com a melhoria das condições de ensino e aprendizagem”, adiantou.
Convocatórias submetidas no SIGMO (área reservada) até às 23h59 de terça-feira
Texto
RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: jsdnacional@gmail.com
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes do Núcleo da JSD Bonfim para reunirem no dia 27 de junho de 2026 (sábado), pelas 15h00, na Sede do PSD/JSD – Bonfim, sita na Avenida Rodrigues de Freitas, n.º 46, 4300-096, Porto, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Comissão Política do Núcleo da JSD Bonfim.
Notas: As urnas estarão abertas das 15h00 às 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues à Presidente da Mesa da Assembleia ou a quem a substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas é feita por via digital para o seguinte endereço eletrónico: diana.camoes@hotmail.com
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos demais regulamentos aplicáveis, convocam-se os estudantes da Universidade Lusíada Porto, militantes da JSD para reunirem no dia 5 de junho de 2026 na Sede da JSD Distrital do Porto, sita na Rua Guerra Junqueiro, nº 64 – 4150-386 Porto, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição do Núcleo de Estudantes Sociais Democratas da Universidade Lusíada do Porto.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convoca-se o plenário do NESD Univ. do Minho para reunir no próximo dia 11 de junho de 2026, pelas 18h15, no Campus Azurém da Universidade do Minho, com a seguinte ordem de trabalhos:
Diretora: Emília Santos
Periodicidade: Semanal
Registo na ERC n.º 105690
Propriedade: PSD Partido Social Democrata
Identificação Fiscal: 500835012
Sede de Redação/Editor: Rua de S. Caetano, n.º 9, 1249-087 LISBOA