No 52.º aniversário da JSD, Sebastião Bugalho, porta-voz do PSD, sublinhou que a vida dos portugueses “mudou para melhor”, desde que a AD assumiu a liderança do Governo
O PSD/Azambuja promoveu uma visita de trabalho à freguesia de Alcoentre com deputados, reforçando uma das prioridades políticas que tem vindo a preconizar: recuperar património público devoluto e colocá-lo ao serviço das pessoas
Ana Jorge, deputada do PSD/Açores, destacou a contratação de mais de um milhar de profissionais de Saúde na Região desde a tomada de posse do Governo Regional liderado por José Manuel Bolieiro
O COMBATE EUROPEU AOS FOGOS
A atualidade, nacional e internacional, lembra-nos com insistência que Portugal e a Europa vivem expostos a desafios cada vez mais complexos e imprevisíveis. Mas é precisamente nos momentos de maior pressão que se revela a solidez das instituições, a coragem dos operacionais e a força da cooperação entre países.
Os incêndios rurais que têm surgido um pouco por todo o território são o exemplo mais recente dessa realidade. Perante cenários complexos, a resposta das autoridades e das equipas no terreno tem sido notável, quer pela eficácia no combate às chamas, pese embora as enormes dificuldades enfrentadas, quer pela prioridade absoluta dada à proteção das populações. Cada vida salva é a verdadeira medida do sucesso.
Este fenómeno não conhece fronteiras. A Europa enfrenta uma crise climática severa, com fogos devastadores a atingir França – em particular as regiões de Gironde e Landes – e Espanha, que combate incêndios críticos em Madrid e Ávila. Neste palco comum, a cooperação europeia deixa de ser um princípio abstrato e transforma-se em ação concreta.
Portugal mobilizou recentemente mais de 130 operacionais e 41 viaturas para apoiar Espanha, além de duas aeronaves Fire Boss, integradas na Reserva Europeia de Proteção Civil, enviadas para reforçar o combate em território francês. Da mesma forma, este verão já recebemos apoio de equipas espanholas e meios aéreos italianos. Assim se confirma que nenhum país consegue enfrentar sozinho os efeitos das alterações climáticas.
A resposta coordenada do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia e a dedicação dos nossos operacionais permitem-nos encarar esta temporada com esperança e alguma confiança. Há trabalho árduo pela frente, mas também há provas de que a solidariedade europeia funciona e salva vidas.
Ao mesmo tempo, todos nós devemos estar atentos e contribuir, individual e coletivamente, para mitigar os riscos de incêndios. Prevenir é sempre a melhor forma de evitar catástrofes e, ao mesmo tempo, a melhor ajuda que podemos dar aos nossos operacionais que assumem a nobre e difícil missão de proteger o nosso património.
Entretanto, muitos de nós se preparam para o tempo de abrandar. O descanso é merecido e necessário para recuperar forças e reencontrar o equilíbrio que o quotidiano tantas vezes nos rouba. Que este período traga paz, serenidade e o reencontro que todos desejamos.
Boas férias para todos.
Emília Santos
Diretora Povo Livre
Os Primeiros-Ministros de Portugal, Luís Montenegro, e da Grécia, Kyriákos Mitsotákis, mostraram-se alinhados na defesa de um orçamento plurianual da União Europeia (UE) ambicioso, à altura dos novos desafios, que seja “solidário, transversal e harmonioso” em toda a Europa.



Estas posições foram expressas no final daquela que se tratou da primeira visita de um Primeiro-Ministro de Portugal a Atenas em 10 anos, e no âmbito da qual os Ministros dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, e grego, Giorgios Gerapetritis, assinaram um memorando de entendimento sobre consultas políticas, no quadro do reforço da cooperação bilateral entre os dois países.
Uma das questões abordadas na reunião de trabalho entre Montenegro e Mitsotákis foi a negociação, já em curso ao nível europeu, do próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP), o orçamento da União Europeia para o período 2028-2034, tendo ambos sublinhado a necessidade de a UE se dotar de um instrumento robusto, que continue a privilegiar as políticas de coesão e de agricultura.
“Nós estamos também muito empenhados em garantir que o próximo QFP da UE é um instrumento de desenvolvimento solidário, transversal e harmonioso em toda a Europa. Para isso, é necessário garantir o instrumento da coesão e da Política Agrícola Comum como expressões de um mercado interno mais pujante, onde todos ganham”, afirmou Montenegro, na conferência de imprensa conjunta realizada na residência oficial do chefe de governo grego.
“Nós sabemos que o desenho é um desenho novo, um desenho que concilia as políticas tradicionais da coesão e da agricultura – a Política Agrícola Comum – com um maior enfoque na competitividade económica e na disponibilidade de fundos concorrenciais que possam premiar o mérito e a excelência”, prosseguiu.
Luís Montenegro defendeu então que “Portugal e a Grécia podem e devem ser destinatários desses fundos da competitividade, que devem, além de privilegiar o mérito e a excelência, ter também uma distribuição geográfica, assim conseguindo parcerias entre empresas, entre universidades e entre países”.
“Quero reforçar que nós estamos disponíveis para ter uma solução em que, com alguma criatividade, podemos desenvolver novas receitas próprias, para poder suportar um orçamento superior àquilo que tem sido nos últimos anos”, prosseguiu, recordando que Portugal tem vindo a defender a opção de se recorrer mais vezes a dívida comum.
“Para libertar maior capacidade financeira nos próximos anos talvez seja uma boa opção seguir a ideia de não sermos tão rígidos no reembolso dos empréstimos e da dívida comum que acabámos por subscrever para o ‘NextGenerationEU’, para os fundos dos Programas de Recuperação e Resiliência (PRR). Creio que são perspetivas que podemos levar em conjunto para reforçar a convergência a que teremos de chegar para ter um novo orçamento”, disse.
Mitsotákis, por seu lado, disse estar “de acordo com o Luís”, no sentido de que “seria um erro pagar agora as dívidas”, manifestando-se igualmente “a favor de um instrumento de empréstimo comum”.
Perspetivando “negociações difíceis pela frente”, o primeiro-ministro grego disse que, para a UE “reforçar a defesa, atingir a transição verde e digital, proteger fronteiras externas e manter competitividade”, necessita de “um orçamento à altura”, de “uma abordagem corajosa, com os instrumentos necessários para investimento na defesa, segurança energética e infraestruturas básicas”.
“A Europa não pode fazer o mesmo com menos”, declarou, defendendo ser imperioso “assegurar os recursos necessários e manter os vetores fortes da coesão e da Política Agrícola Comum”, dedicando novos recursos ao combate à “crise climática, que já aqui está”.
Durante o encontro de 22 de julho de 2026, no qual ambos os países concordaram que, apesar das ótimas relações bilaterais existentes, “há ainda margem” para o reforço da cooperação, incluindo no setor da Defesa, os chefes da diplomacia assinaram então um memorando de entendimento que estabelece um mecanismo de consultas políticas regulares.
Essas consultas incidirão, em particular, sobre as relações bilaterais de natureza política, de segurança e defesa, económica, cultural, científica e consular, bem como sobre questões de interesse comum no âmbito da União Europeia, incluindo o reforço e a promoção da cooperação entre a UE e a NATO, assuntos regionais e internacionais, e matérias de interesse mútuo no âmbito das Nações Unidas, de outras organizações multilaterais e de fóruns internacionais relevantes.
O Primeiro-Ministro, acompanhado pelo Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, pelo Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, e responsáveis da empresa Hennig, participaram na sessão de lançamento da primeira pedra da nova fábrica, na quinta-feira, 23 de julho de 2026.
O novo projeto, cuja execução está prevista para final de 2027, iniciando-se a produção no arranque de 2028, vai criar 452 postos de trabalho e “reforça o posicionamento de Portugal como plataforma europeia para soluções energéticas destinadas a infraestruturas críticas e data centres”, revelou a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal em comunicado.
A nova unidade, a instalar na Zona Industrial do Pincho, na Figueira da Foz, será dedicada à divisão Power Protection da empresa, especializada em soluções que asseguram a continuidade do fornecimento de energia em infraestruturas críticas, como data centers, hospitais e edifícios públicos. Trata-se da primeira fábrica da Hennig na Europa dedicada à produção deste tipo de equipamentos de grande dimensão, trabalhando com parceiros internacionais de referência, como a Rolls-Royce e a Caterpillar.
“Este investimento confirma a confiança dos investidores internacionais na competitividade da economia portuguesa. A instalação da Hennig em Portugal representa uma aposta num setor industrial de elevada sofisticação tecnológica, contribui para a criação de emprego qualificado e reforça o papel do País como plataforma estratégica para as infraestruturas digitais e energéticas da Europa”, afirmou o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, citado em comunicado.
Durante a cerimónia foi colocada cápsula do tempo no subsolo – continha objetos, com vários jornais, plantas do empreendimento, fotografias “polaroid” e dois cachecóis – um do FC Porto, clube dos projetistas e outro do Moreirense Futebol Clube).


O porta-voz e vice-Presidente do PSD considera que a vida dos portugueses “mudou para melhor” nos últimos dois anos, desde que a AD assumiu a liderança do Governo, dando como exemplos medidas de apoio aos idosos e aos jovens. “A pergunta que vos faço é: ao fim de dois anos de Governo, (…) é ou não é verdade que a vida dos portugueses mudou para melhor nos últimos dois anos?”, questionou Sebastião Bugalho.
No sábado, 25 de julho de 2026, na comemoração do 52.º aniversário da JSD, em Vilamoura, o vice-Presidente do PSD enumerou diversas medidas que revelam uma resposta positiva à pergunta. “É ou não é verdade que quem não tinha acesso ao Complemento Solidário para Idosos por causa do rendimento dos seus filhos, passou a ter? A vida dessa pessoa não mudou? É ou não é verdade que quando o tempo de espera para uma cirurgia urgente no SNS ultrapassa determinado prazo, essa pessoa pode fazer a cirurgia no privado com um ‘voucher’, graças a este Governo? E a vida dessa pessoa vai ou não vai mudar? Vai, e mudou”, afirmou.
“Nos últimos dois anos, o Governo de Portugal já ajudou mais de 100 mil jovens a comprar casa. Nunca nenhum Governo na história da democracia portuguesa ajudou em dois anos 100 mil jovens a comprar casa”, acrescentou o porta-voz do PSD.
O também eurodeputado completou: “A vida dos portugueses vai mesmo mudar para melhor com o PSD, a vida dos portugueses vai mesmo mudar para melhor com este Governo”.
No 52.º aniversário da JSD, o vice-Presidente do PSD elogiou ainda o que considerou ser “uma reforma estrutural profundíssima” e “um contributo para a revitalização” da democracia, através da aposta em quadros políticos mais jovens feita pelo PSD.
“A média de idades das indicações do PS para o Conselho de Estado este ano foi de 74 anos. Nada contra os septuagenários. Mas do ponto de vista de quadros políticos, temos a presidente de Câmara mais jovem do país, eleita com 28 anos, temos na Batalha um Presidente de Câmara que ganhou com maioria absoluta à primeira, com 31 anos, em Miranda do Corvo, com 38, em Tomar, com 38. (…) Eu sou porta-voz com 30”, assinalou.
As conclusões do Conselho Europeu voltaram a colocar a competitividade e o aprofundamento do mercado único entre as prioridades da União Europeia. No debate em plenário sobre este tema, Paulo Cunha, chefe da Delegação do PSD no Parlamento Europeu, defendeu que é fundamental traduzir esta ambição em medidas concretas, acelerando o desenvolvimento do 28.º Regime.
Hoje, uma empresa que queira expandir a sua atividade para vários Estados-Membros continua a ter de lidar com diferentes regimes jurídicos, o que aumenta a burocracia, os custos e a complexidade dos processos. O 28º Regime pretende responder a este desafio, criando um quadro jurídico comum que facilite a atividade transfronteiriça das empresas e contribua para um mercado único mais simples e mais eficiente.
Para o eurodeputado, membro da Comissão da Indústria, Investigação e Energia, trata-se de uma medida particularmente importante para as pequenas e médias empresas e startups, que continuam a enfrentar obstáculos quando pretendem crescer além-fronteiras.
“O 28.º Regime contribui para aprofundar o mercado único em áreas estratégicas, promovendo a inovação, facilitando o acesso ao financiamento e incentivando o investimento transfronteiriço”, afirmou.
Paulo Cunha considera que este instrumento assume uma importância ainda maior num momento em que a União Europeia enfrenta os desafios das transições verde e digital e uma concorrência internacional cada vez mais intensa.
O eurodeputado defende, por isso, que o dossiê do 28.º Regime deve avançar rapidamente, afirmando-se como uma peça estruturante para o futuro do mercado único e para a competitividade da economia europeia.
“Não sendo uma bala de prata, este instrumento representa um sério passo em frente que deve ser dado por uma União que demasiadas vezes teima em ficar exatamente onde está”, concluiu.
O ensino profissional esteve no cerne do encontro que o eurodeputado Hélder Sousa Silva manteve com a ministra irlandesa da Educação e Cultura, Hildegarde Naughton, no âmbito da Comissão CULT. O coordenador do PPE quis conhecer os planos da presidência irlandesa do Conselho da União Europeia, em matéria do ensino e formação profissionais.
Congratulando-se com o facto de a presidência do Conselho da UE, atualmente liderada pela Irlanda, decidir debater o futuro do ensino e da formação profissionais antes da apresentação da nova estratégia da Comissão Europeia para este setor, Hélder Sousa Silva afirmou que “a Europa precisa de mais pessoas com competências práticas e técnicas”, mas alertou para o facto de em muitos países, “o ensino e a formação profissionais continuarem a ser vistos como uma segunda opção”.
Na reunião da CULT com a ministra irlandesa, o eurodeputado português chamou a atenção para o facto de “os estudantes enfrentarem obstáculos, quando pretendem utilizar as suas qualificações noutros Estados-Membros, prosseguir os estudos ou participar em programas de mobilidade europeia”. Como tal, Hélder Sousa Silva quis saber junto de Hildegarde Naughton “que mudanças concretas, a nível da União Europeia, irá a Irlanda promover para garantir que a escolha do ensino e da formação profissionais proporciona aos estudantes as mesmas oportunidades de progressão, de estudo no estrangeiro e de trabalho em toda a Europa que os restantes percursos educativos”.
Defensor do ensino e formação profissionais (EFP), Hélder Sousa silva recordou que o EFP foi identificado como um domínio prioritário de cooperação no âmbito da iniciativa “Espaço Europeu da Educação”, para o período de 2021-2030. Em média, 50% dos jovens europeus com idades entre os 15 e os 19 anos beneficiam do EFP iniciais no ensino secundário. No entanto, esta média da UE oculta diferenças geográficas significativas, com as taxas de participação, que variam entre 15% e mais de 70%.
Face à exposição do eurodeputado eleito pelo PSD, a ministra irlandesa mostrou-se preocupada com as questões levantadas e disponibilizou-se a trabalhar em colaboração com a CULT, para encontrarem o melhor caminho para os jovens europeus.
O eurodeputado Sérgio Humberto, que assumiu um papel central como único membro efetivo português no Comité de Conciliação responsável pela revisão dos direitos dos passageiros aéreos na União Europeia, afirmou que foi uma negociação difícil, mas com um desfecho positivo para os viajantes: “este não foi um acordo perfeito, mas é historicamente necessário”, acrescentando que “deitar fora 13 anos de negociações exigentes seria o verdadeiro fracasso”.
Na última sessão plenária em Estrasburgo antes da pausa para férias, o Parlamento Europeu aprovou as novas regras que reforçam os direitos dos passageiros dos transportes aéreos, que têm de ser validadas pelo Conselho da União Europeia (UE) até 20 de agosto.
Estas regras passaram com uma maioria esmagadora, aprovadas com 546 votos a favor, 12 contra e 3 abstenções, procuram garantir que os passageiros estão suficientemente protegidos de perturbações nas viagens, como a recusa de embarque e atrasos ou cancelamentos de voos, e ainda bagagens gratuitas, fim de multas abusivas e indemnizações mais garantidas.
“Escolhemos o caminho do pragmatismo e viabilizámos este texto para garantir ganhos concretos, imediatos e pôr fim à selva jurídica em que as companhias aéreas operavam”, salientou ainda o eurodeputado Sérgio Humberto.
Assim que a proposta for aprovada pelos 27 Estados-membros, fica consagrado o direito a um artigo pessoal gratuito, como uma mochila de 40x30x15 cm, existindo descontos apenas se o passageiro escolher viajar sem qualquer mala. Passa também a ser ilegal cancelar o voo de regresso ou cobrar multas abusivas se o passageiro perder o voo de ida.
A falha técnica normal das aeronaves deixa de ser considerada uma circunstância extraordinária válida para as companhias fugirem ao pagamento de indemnizações e as crianças até 14 anos e acompanhantes de pessoas com mobilidade reduzida passam a ter gratuitamente um lugar junto aos acompanhantes.
A reabilitação do muro de contenção marginal na frente urbana da Torreira, adjudicada por cerca de 1,3 milhões de euros, vai arrancar em setembro, anunciou a Câmara da Murtosa.
A obra, considerada “de elevada complexidade técnica”, aguardava para avançar pelo visto do Tribunal de Contas, tendo sido adjudicada à empresa Inersel pelo valor de 1.332.452,03 euros, com um prazo de execução de sete meses.
Segundo uma nota municipal, no âmbito da empreitada, a empresa já iniciou a instalação de estaleiro e a delimitação do perímetro, sendo que a intervenção propriamente dita começa em setembro, para acautelar o período balnear e a romaria de São Paio.
Ainda este mês e em agosto, especificou a autarquia, a empresa vai construir em fábrica as estruturas de betão armado que vão ser instaladas no local após o verão.
“A intervenção pretende resolver a situação de insegurança e de degradação da imagem urbana, decorrente da derrocada de uma secção da marginal da Ria, junto à marina de recreio e ao porto de abrigo”, explica.
Refira-se que a Câmara Municipal da Murtosa e a Agência Portuguesa do Ambiente assinaram em agosto de 2025 um protocolo de colaboração, que garantiu a transferência de um milhão de euros do Fundo Ambiental para financiamento da obra.
A Câmara de Santarém aprovou novas normas para atribuição das habitações municipais com base em critérios sociais e económicos, segundo o Regulamento da Habitação Pública do município, publicado em “Diário da República” no dia 23 de julho de 2026.
O documento estabelece que a atribuição de casas em regime de arrendamento apoiado passa a ser feita através de um sistema de classificação que privilegia “agregados familiares em situação mais vulnerável”, nomeadamente aqueles que vivem em “condições habitacionais precárias, com baixos rendimentos, pessoas com deficiência ou famílias com dependentes”.
Entre os critérios de avaliação contam-se também o tempo de residência no concelho, a composição do agregado familiar e a condição de vítima de violência doméstica.
Além do concurso público, a autarquia poderá atribuir “habitação diretamente em casos considerados urgentes”, como situações de calamidade, emergência social, risco para a integridade das pessoas ou apoio a vítimas de violência doméstica.
Segundo o regulamento, o parque habitacional municipal era composto por 302 habitações em 2024, num universo de quase 35 mil alojamentos existentes no concelho.
O novo diploma enquadra-se na Estratégia Local de Habitação de Santarém e nas medidas do programa nacional 1.º Direito, destinado “a apoiar pessoas e famílias que vivem em condições habitacionais indignas e sem capacidade financeira para aceder a uma habitação adequada”.
O regulamento define ainda as regras de utilização das casas municipais, que apenas poderão servir como residência permanente dos agregados familiares a quem forem atribuídas. Ficam proibidas práticas como o subarrendamento ou a cedência da habitação a terceiros.
Os contratos de arrendamento apoiado terão uma duração de 10 anos, com renovação automática, e as rendas continuarão a ser calculadas em função dos rendimentos dos agregados familiares, não podendo a taxa de esforço ultrapassar os 23%.
O diploma prevê igualmente a possibilidade de transferência dos moradores para outras habitações por motivos de saúde, mobilidade reduzida, inadequação da tipologia da casa ou realização de obras de requalificação urbana.
Entre as novidades, constam ainda mecanismos de fiscalização do parque habitacional municipal e penalizações para quem prestar falsas declarações ou utilizar de forma indevida as habitações atribuídas ao abrigo do regime de arrendamento apoiado.
O regulamento foi aprovado pela Assembleia Municipal de Santarém em abril deste ano, após um período de consulta pública durante o qual não foram apresentadas propostas de alteração.
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou propostas na área da educação, nomeadamente para apoio à família, enriquecimento curricular, refeições escolares e promoção da cultura científica, num investimento global de 44,3 milhões de euros até 2030.
As propostas incluem as Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF), a Componente de Apoio à Família (CAF), as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) e o fornecimento de refeições escolares, bem como a promoção da literacia científica.
No âmbito das AAAF e da CAF, o executivo municipal aprovou a delegação de competências com 21 das 24 juntas de freguesia da cidade, num montante total de 15 milhões de euros, para os anos letivos 2026/2027, 2027/2028, 2028/2029 e 2029/2030.
Por isso, a autarquia vai celebrar também protocolos com entidades parceiras, num valor total previsto de 4,8 milhões de euros, até 2030.
De acordo com a Câmara Municipal de Lisboa, estes apoios para crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo “desempenham um papel essencial na concretização da escola a tempo inteiro, permitindo uma melhor articulação entre a vida familiar e profissional dos encarregados de educação”.
A proposta aprovada, segundo a CML, reforça o apoio a alunos com Necessidades de Saúde Especiais (NSE), que passa a ser de 250 euros por criança, “passando o limite máximo por escola de 1.200 euros para 2.000 euros, um aumento que responde às preocupações das juntas e de toda a comunidade educativa”.
O executivo municipal aprovou ainda contratos de delegação de competências com 13 juntas de freguesia para a implementação das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), num montante de 4,2 milhões de euros, aos quais acrescem 4,1 milhões de euros para protocolos com entidades parceiras, a executar até 2030.
As AEC são uma oferta educativa “complementar, gratuita e de carácter universal”, proporcionando aos alunos do 1.º ciclo experiências culturais, artísticas, desportivas e lúdicas que contribuem para o desenvolvimento integral das crianças, adiantou a CML, referindo que o apoio aos alunos NSE foi reforçado nesta vertente, com a atribuição de um valor adicional por aluno de 50 euros.
Para assegurar o fornecimento de refeições escolares e a gestão dos refeitórios nas escolas públicas da cidade, a câmara aprovou contratos com sete juntas de freguesia, num investimento de 15,4 milhões de euros, entre este ano e 2030.
Foi ainda aprovado um protocolo de colaboração com a Ciência Viva, no âmbito do programa municipal ELEVA-TE, para os próximos dois anos letivos, até 2028, com um financiamento de 511 mil euros, sendo 40% (204 mil euros) suportado pelo FSE+ – Fundo Social Europeu Mais, no âmbito da candidatura aprovada, e os restantes 60% (306 mil euros) pelo município.
O grupo parlamentar do PSD nos Açores acusou o PS de fazer uma “campanha de desinformação” contra a empresa pública Lotaçor e de “tentar enganar os pescadores” açorianos com “falsas narrativas”.
“O Partido Socialista optou, uma vez mais, por tentar enganar os pescadores com falsas narrativas, quando a própria Lotaçor já esclareceu que não foi criada qualquer obrigação administrativa suplementar para os armadores da região, no tocante ao transporte de pescado entre os locais de desembarque, os postos de recolha e as lotas”, afirmou o deputado Paulo Gomes, vice-Presidente da bancada parlamentar social-democrata na Assembleia Legislativa dos Açores.
O deputado do PSD, Paulo Gomes, acusou o PS de insistir numa “campanha de desinformação relativamente à empresa pública Lotaçor” e de não reconhecer o trabalho que a empresa desenvolve no setor das pescas. “Na verdade, a emissão dos documentos é uma obrigação legal dos agentes económicos responsáveis pelo transporte dos bens, não podendo a Lotaçor assumir responsabilidades que a lei atribui a terceiros, e o que a empresa fez foi adequar os seus procedimentos internos para garantir que todas as operações realizadas da primeira venda estão dentro da legalidade”, apontou.
O vice-Presidente da bancada parlamentar social-democrata criticou “as declarações descontextualizadas de um deputado que já teve responsabilidades no setor”, referindo-se a Gualberto Rita, que já foi presidente da Federação das Pescas dos Açores.
Paulo Gomes garantiu que o deputado do PS “se devia preocupar com o estado financeiro lastimável em que os governos socialistas deixaram a Lotaçor, com uma dívida acima dos 22 milhões de euros, que representam hoje uma despesa mensal de 250 mil euros em pagamento de juros”.
Segundo o deputado do PSD, a atual administração da Lotaçor “tem feito um trabalho notável de recuperação financeira, com uma reestruturação profunda da empresa, sempre em diálogo com o setor”, prevendo reduzir em 50% os cargos de chefia.
A Lotaçor já tinha refutado, na sexta-feira, as acusações do PS, garantindo que não tinha criado “qualquer nova obrigação” administrativa para os armadores, nem procedido a qualquer alteração legislativa ou regulamentar.
Em nota de imprensa, a empresa disse que a emissão de documentos de transporte “constitui uma obrigação legal dos agentes económicos responsáveis pelo transporte dos bens”, não podendo, por isso, “assumir responsabilidades que a lei atribui a terceiros”.
Ana Jorge, deputada do PSD/Açores, destacou a contratação de mais de um milhar de profissionais de Saúde na Região desde a tomada de posse do Governo Regional liderado por José Manuel Bolieiro, sublinhando tratar-se de “um resultado concreto de uma política responsável e centrada nas pessoas”.
Para a social-democrata, esta evolução demonstra uma aposta inequívoca no reforço do Serviço Regional de Saúde, através da valorização do capital humano e do fortalecimento das equipas nos hospitais e nas Unidades de Saúde de Ilha, “assegurando respostas mais diferenciadas e eficazes” aos açorianos.
“Estamos a falar de uma estratégia consistente de valorização das carreiras médicas, de enfermagem e dos técnicos de diagnóstico e terapêutica, que contrasta com anos de desinvestimento e falta de planeamento da governação socialista”, afirmou.
Ana Jorge adiantou ainda que, no decorrer do presente ano, está previsto o ingresso de mais de uma centena de novos profissionais nas Unidades de Saúde de Ilha, reforçando uma trajetória de crescimento e consolidação do setor.
“Esta é uma política que tem efeitos concretos na vida das pessoas, pois assistimos a mais consultas, mais cirurgias, equipas mais completas, melhores meios de diagnóstico, novas viaturas e equipamentos, e uma crescente capacidade de resposta em todas as ilhas”, frisou.
A parlamentar salientou igualmente como resultado deste investimento o aumento da taxa de cobertura de médicos de família para os 92%, um indicador que traduz “mais proximidade, melhor acompanhamento dos utentes e um reforço efetivo da prevenção e da continuidade dos cuidados de saúde”.
A deputada evidenciou que estão a decorrer novos procedimentos concursais para médicos de Medicina Geral e Familiar em várias ilhas, nomeadamente São Miguel, Faial e Terceira, bem como iniciativas que permitiram o regresso de médicos aposentados no Pico, reforçando a resposta local.
Convocatórias submetidas no SIGMO (área reservada) até às 23h59 de terça-feira
Texto
RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: jsdnacional@gmail.com
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos demais regulamento aplicáveis, convoca-se o Conselho Distrital da JSD Leiria para reunir ordinariamente no próximo dia 5 de setembro (sábado), com início pelas 15h30, na sede do PSD/ JSD de Pombal, sita na Rua Dr. Luís Torres, 4 – 2.º, 3100-464 Pombal, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e demais regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da Concelhia da Guarda para o Plenário Concelhio da JSD Guarda, a realizar-se no dia 5 de setembro de 2026, pelas 21h00, na sede do PSD da Guarda, na Avenida Cidade Safed, nº 9, RC, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Barcelos, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Barcelos.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Balugães, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Balugães.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Galegos, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Galegos.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Martim, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos, sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Martim.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Milhazes, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos, sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Milhazes.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Palme, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD /Barcelos, sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Palme.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes da JSD da freguesia de Roriz, para o plenário a realizar no próximo dia 8 de agosto de 2026, pelas 15h00, na Sede do PSD/Barcelos sita na Av. Alcaides de Faria 270, 4750-106 Barcelos, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário de Núcleo e Comissão Política de Núcleo de Roriz.
Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas decorre pelo correio eletrónico jsddistritalbraga74@gmail.com.
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