GOVERNO APROVA CRIAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE LEIRIA

E DO OESTE E A UNIVERSIDADE TÉCNICA DO PORTO

PSD

João Pedro Luís eleito Presidente da JSD com 58% dos votos, no XXIX Congresso Nacional que decorreu em Viseu

PARLAMENTO EUROPEU

No dia em que Aníbal Cavaco Silva foi distinguido na primeira cerimónia da Ordem Europeia de Mérito, Sebastião Bugalho alertou para a necessidade de a UE se adaptar institucionalmente para fazer face aos atuais desafios geopolíticos

LOCAIS

O concelho de Caminha vai ter um terminal de acesso ao Balcão Eletrónico do Mar (BMar), que disponibiliza vários serviços essenciais ligados à atividade marítima

Editorial

Estabilidade no PSD será a força motriz do futuro de Portugal

A maturidade de uma democracia mede‑se pela capacidade de trocar a vertigem das disputas internas pela solidez de um projeto de longo prazo. É esse o sentido da candidatura de Luís Montenegro à liderança do PSD e da sua Moção “Trabalhar – Fazer Portugal Maior”.

Estruturada em cinco eixos – da valorização do talento ao desbloqueio do Estado, da autonomia energética à afirmação externa – esta Moção é a afirmação de que a união interna do PSD é condição indispensável para garantir a estabilidade que o país exige.

A história mostra que, quando o PSD se apresenta coeso, transmite ao país a confiança necessária para superar ciclos de incerteza e fadiga eleitoral. A responsabilidade começa dentro de portas, pelo que um partido que ambiciona reformar o Estado, fixar talento jovem e transformar a economia não pode dispersar-se em conflitos estéreis. A pacificação interna que Montenegro defende corresponde exatamente ao que os portugueses esperam, isto é, previsibilidade, foco e respeito pelos mandatos democráticos.

Essa solidez interna projeta-se diretamente na governação e é alicerce para a criação da confiança imprescindível para investir, para reforçar a capacidade de execução e consolidar a credibilidade internacional. A verdadeira estabilidade constrói-se, pois, não sobre agitação permanente, mas antes sobre continuidade e responsabilidade.

O compromisso de que Governo e oposições devem cumprir integralmente as suas funções até ao fim da legislatura é, antes de tudo, um gesto de respeito pelos eleitores. Quando o PSD abdica do ruído interno e se concentra em “Potenciar Portugal”, torna-se a força tranquila capaz de romper com o imobilismo que tem travado o país.

Com a coesão assegurada, o foco desloca-se da política partidária para as políticas públicas e para as reformas que libertam as forças produtivas e permitem ao país crescer. Ao alinhar a estabilidade interna com a estabilidade das instituições, o PSD afirma-se não apenas como alternativa de poder, mas como a verdadeira força motriz de um Portugal maior, mais próspero e mais resiliente.

Por isso, o próximo sábado dará a oportunidade de reforçar esta estabilidade, validando a liderança de Luís Montenegro como Presidente do PSD.

Emília Santos
Diretora Povo Livre

presidente

A criação das duas novas instituições de ensino superior “permite ter uma política de ação social que não deixa ninguém para trás”

Luís Montenegro anunciou a criação de duas novas universidades públicas em Leiria e no Porto. Trata-se da Universidade de Leiria e do Oeste e a Universidade Técnica do Porto, através da reconfiguração dos atuais institutos politécnicos destas regiões.

Na conferência comemorativa da Adesão de Portugal às Comunidades Europeias na Universidade Católica Portuguesa, no Porto, dia 12 de maio de 2026, Luís Montenegro salientou que a ambição de Portugal, do Governo PSD/CDS-PP e a sua em particular, é que Portugal seja um contribuinte líquido da União Europeia.

“Já não falta muito. Portugal hoje já contribui para a União Europeia, para o orçamento da União Europeia, com cerca de 2.500 milhões de euros por ano”, frisou, indicando que esse valor não anda muito longe daquele que o país recebe por ano de fundos europeus.

Segundo Luís Montenegro, a probabilidade de este montante subir de uma forma muito expressiva no próximo quadro financeiro plurianual é elevada porque Portugal é um país mais desenvolvido e, indexado a esse desenvolvimento, está também uma maior comparticipação.

“O que nós devemos é preparar-nos para duas coisas. Uma é para sermos defensores implacáveis do princípio da coesão enquanto esteio da solidariedade e da competitividade europeia”, apontou.

Se não houver oportunidades para aqueles que têm mais dificuldades em acompanhar aqueles que têm mais desenvolvimento, o espaço como um todo vai ficar mais enfraquecido, sustentou. E, ficando mais enfraquecido, prejudica aqueles que ficam para trás, mas também os outros que ficam sem mercado e sem a capacidade de escoamento dos seus produtos, ressalvou.

No próximo ciclo financeiro da União Europeia há um princípio novo de acesso a financiamento em condições concorrenciais no qual os projetos vão ser avaliados pelo mérito, pela excelência e pela escala que podem trazer ao nível dos agentes económicos, apontou.

“E esse processo é um processo do qual nós não devemos ter medo, é um processo no qual nós devemos participar. Eu até vou mais longe, é um processo onde nós vamos participar”, garantiu.

Em sua opinião, Portugal vai estar preparado para apresentar projetos “credíveis, ambiciosos e fortes” para poderem ser elegíveis pelo seu mérito e pela sua excelência.

PSD

“Ser militante da JSD” é contribuir ativamente para “o desenvolvimento do País”

O Presidente do PSD apelou aos 600 jovens presentes no XXIX Congresso da JSD, em Viseu, para não se deixarem acorrentar por discussões mediatizadas e maledicência das redes sociais.

“Eu acredito que é também com o vosso apoio, é também com o vosso poder de persuasão, com o vosso foco nos problemas da sociedade e das pessoas, e também com a capacidade de poderem espelhar a nossa visão e a esclarecer as pessoas que nós podemos continuar a transformar Portugal”, afirmou. 

Este domingo, em Viseu Luís Montenegro instou os jovens a não se deixarem “acorrentar, e muito menos vencer, pela maledicência das redes sociais, por uma visão que tanto penaliza a liberdade de pensar, porque querem impor, quase que à força, uma linha de raciocínio e uma linha de pensamento”.

“Ser militante da JSD não é apenas intervir nas questões que mais diretamente dizem respeito aos jovens. (…) É um ato de participação que tem a ver com o desenvolvimento do País, para garantir a igualdade de oportunidades”, frisou.

Desejando felicidades aos novos órgãos eleitos da JSD, Luís Montenegro salientou que a JSD tem uma representatividade única no nosso País. “A JSD tem autarcas de freguesia, de município, Presidentes de Câmara Municipal, deputados na assembleia legislativa regional, deputados na Assembleia da República. (…) A JSD tem um conjunto de quadros políticos que nos auxilia em todas as posições, inclusive no Governo”, referiu.

Luís Montenegro enumerou as medidas concretizadas pelo Governo, como as isenções fiscais na compra da primeira habitação, o IRS Jovem, os passes gratuitos, os investimentos no ensino profissional, o reforço de bolsas e de ação social escolar e a criação de novas universidades. “Nós não recebemos lições de justiça social, para ninguém e também para a juventude portuguesa”, destacou.

E apontou o propósito do partido e do Governo: “Nós temos convicções, nós temos uma visão, nós temos um caminho. O nosso caminho é mesmo termos uma sociedade mais aberta, com mais igualdade de oportunidades, uma economia mais pujante para podermos ter depois mais justiça social”.

João Pedro Luís eleito novo Presidente da JSD

João Pedro Luís foi eleito Presidente da JSD com 58% dos votos, no Congresso que decorreu em Viseu. A lista de João Pedro Luís à Comissão Política Nacional da JSD obteve 315 votos e a da candidata adversária Clara de Sousa Alves, advogada e ex-deputada, conseguiu 230 votos.

João Pedro Luís, 24 anos, foi cabeça de lista do PSD pelo círculo eleitoral de Portalegre nas eleições legislativas de 2022.

João Pedro Luís, que até ao XXIX Congresso foi Secretário-geral da JSD, vai substituir no cargo o deputado João Pedro Louro, que foi eleito em junho de 2024 com 81% dos votos.

Nos eixos gerais da moção de estratégia de João Pedro Luís intitulada “Geração com causas: uma agenda mobilizadora para os jovens portugueses”, o novo líder da JSD assume como linha central da ação da JSD a emancipação jovem e defende que esta estrutura tem de ter posições claras sobre vários temas. “Uma geração com causas é uma geração que toma posição. E uma organização com estratégia é aquela que não deixa dúvidas sobre o que defende”, refere.

João Pedro Luís propõe na sua moção penas mais pesadas para os crimes de violência sexual, que considera “uma das formas mais graves de violação da dignidade humana, com impacto profundo e duradouro na vida das vítimas”, e alarga este combate à discriminação “desde o racismo, à xenofobia, ao machismo e à homofobia”.

E pede “respostas adequadas” do Estado nas áreas da saúde mental e saúde sexual e “uma abordagem integrada” para responder a problemas como o “acesso à habitação, a precariedade laboral, a dificuldade de integração no mercado de trabalho, os custos de mobilidade e a instabilidade na construção de um projeto familiar”.

Por fim, defende o alargamento e consolidação do programa Creche Feliz para crianças até aos 5 anos e o reforço das ligações ferroviárias entre capitais de distrito, com o alargamento do Passe Ferroviário Verde ao transporte rodoviário onde a ferrovia não chega.

psd

João Pedro Luís eleito Presidente da JSD

João Pedro Luís foi eleito Presidente da JSD com 58% dos votos, no Congresso que decorreu em Viseu.

A lista de João Pedro Luís à Comissão Política Nacional da JSD obteve 315 votos e a da candidata adversária Clara de Sousa Alves, advogada e ex-deputada, conseguiu 230 votos.

João Pedro Luís, 24 anos, foi cabeça de lista do PSD pelo círculo eleitoral de Portalegre nas eleições legislativas de 2022.

João Pedro Luís, que até ao XXIX Congresso foi Secretário-geral da JSD, vai substituir no cargo o deputado João Pedro Louro, que foi eleito em junho de 2024 com 81% dos votos.

Nos eixos gerais da moção de estratégia de João Pedro Luís intitulada “Geração com causas: uma agenda mobilizadora para os jovens portugueses”, o novo líder da JSD assume como linha central da ação da JSD a emancipação jovem e defende que esta estrutura tem de ter posições claras sobre vários temas. “Uma geração com causas é uma geração que toma posição. E uma organização com estratégia é aquela que não deixa dúvidas sobre o que defende”, refere.

João Pedro Luís propõe na sua moção penas mais pesadas para os crimes de violência sexual, que considera “uma das formas mais graves de violação da dignidade humana, com impacto profundo e duradouro na vida das vítimas”, e alarga este combate à discriminação “desde o racismo, à xenofobia, ao machismo e à homofobia”.

E pede “respostas adequadas” do Estado nas áreas da saúde mental e saúde sexual e “uma abordagem integrada” para responder a problemas como o “acesso à habitação, a precariedade laboral, a dificuldade de integração no mercado de trabalho, os custos de mobilidade e a instabilidade na construção de um projeto familiar”.

Por fim, defende o alargamento e consolidação do programa Creche Feliz para crianças até aos 5 anos e o reforço das ligações ferroviárias entre capitais de distrito, com o alargamento do Passe Ferroviário Verde ao transporte rodoviário onde a ferrovia não chega.

parlamento EUROPEU

“Se um de nós sofresse uma invasão hoje, de que nacionalidade seria o primeiro soldado a vir em nosso socorro? E de que nacionalidade não seria?”

No dia em que Aníbal Cavaco Silva foi distinguido na primeira cerimónia da Ordem Europeia de Mérito, ao lado de figuras como Angela Merkel e Jerzy Buzek, Sebastião Bugalho alertou para a necessidade de a União Europeia se adaptar institucionalmente para fazer face aos atuais desafios geopolíticos.

Em intervenção na plenária de Estrasburgo, e na presença do Comissário Maroš Šefčovič, Bugalho situou o debate num momento de viragem: a União celebra os que a construíram ao mesmo tempo que procura respostas para desafios que esses mesmos fundadores não anteciparam. O eurodeputado do PSD sublinhou que a UE atravessa um período de transformação histórica, marcado pela guerra na Ucrânia, pela imprevisibilidade da relação transatlântica e por uma crescente instabilidade global.

Na sua intervenção, Bugalho fez referência às recentes palavras do recém-laureado Cavaco Silva – ex-Primeiro-Ministro, ex-Presidente da República e, como recordou, “o último chefe de governo português a ser recebido na Sala Oval mais do que uma vez” -, que afirmou que a instabilidade no Atlântico obriga a pensar numa defesa separada da NATO, tendo em conta as mudanças no seio da aliança atlântica e a urgência de uma maior autonomia da UE.

“Se um de nós sofresse uma invasão hoje, de que nacionalidade seria o primeiro soldado a vir em nosso socorro? E de que nacionalidade não seria?”.  Para Sebastião Bugalho, a ausência de uma resposta óbvia é preocupante, concluindo que “uma Europa que ambicione sobreviver à mudança terá de responder a essa pergunta hoje”.

PARLAMENTO EUROPEU

Lídia Pereira defende coragem política para concluir o Mercado Único europeu

Lídia Pereira defendeu no Parlamento Europeu, durante a sessão plenária de maio, que a União Europeia já não precisa de mais diagnósticos sobre o Mercado Único, mas sim de decisões concretas para eliminar barreiras internas que continuam a travar o crescimento, a competitividade e a criação de emprego.

Na sua intervenção, a eurodeputada portuguesa alertou para o facto de a Europa continuar, trinta anos depois, com um Mercado Único ainda por concretizar em áreas essenciais para a afirmação económica europeia.

Para a vice-presidente do Grupo PPE, a maior reforma económica de que a Europa precisa não passa por mais endividamento, mas antes pela capacidade de remover obstáculos que os próprios Estados-Membros e instituições foram acumulando ao longo dos anos. “A maior reforma que a Europa tem de fazer não exige um euro de dívida. Exige coragem política para derrubar as fronteiras internas que nós próprios criámos”, afirmou Lídia Pereira.

A eurodeputada do PSD sublinhou que o impacto dessas barreiras se sente diretamente na economia real, sobretudo nas pequenas e médias empresas, que enfrentam regras duplicadas, falta de previsibilidade e entraves à expansão dentro do próprio espaço europeu. “Cada barreira que mantemos é um emprego que perdemos. Cada regulamento duplicado é uma PME que desiste de exportar. Cada ano de hesitação é uma startup europeia que escala fora da Europa”, alertou.

Na intervenção, Lídia Pereira defendeu três prioridades para desbloquear o potencial do Mercado Único. Em primeiro lugar, simplificar a legislação, com menos burocracia e maior foco na competitividade, em especial para as PME. Em segundo lugar, concluir a União da Poupança e do Investimento, de forma a garantir que o capital europeu financia empresas europeias. Por fim, integrar de forma efetiva o mercado interno dos serviços, da energia e do digital, setores decisivos para a autonomia económica e estratégica da União.

A social-democrata considerou que as empresas europeias não pedem tratamento privilegiado, mas sim um enquadramento claro, estável e coerente. “As nossas empresas, sobretudo as PME, não pedem subsídios. Pedem regras claras, estáveis e iguais para todos. Pedem previsibilidade. Pedem que a Europa seja, finalmente, um mercado à altura da sua ambição”, afirmou.

Lídia Pereira concluiu com um apelo a uma mudança de ritmo na resposta europeia, defendendo que o tempo da hesitação tem de dar lugar à ação. “Já lá vai o tempo dos diagnósticos. Este é o tempo das decisões.”

LOCAIS

Caminha vai ter o primeiro Balcão Eletrónico do Mar da zona Norte

O concelho de Caminha vai ter um terminal de acesso ao Balcão Eletrónico do Mar (BMar), que disponibiliza vários serviços essenciais ligados à atividade marítima.

Em comunicado, a Câmara de Caminha afirma que a instalação do terminal de acesso ao BMar vai ser feita no Gabinete de Atendimento ao Munícipe de Vila Praia de Âncora.

Na reunião camarária de terça-feira, 19 de maio, a autarquia aprovou o protocolo de cooperação com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

A iniciativa enquadra-se no Sistema Nacional de Embarcações e Marítimos (SNEM), “um sistema eletrónico nacional que garante a atualização permanente da informação relativa às embarcações, aos marítimos e às atividades associadas ao setor marítimo”.

A criação do posto de atendimento “permitirá reforçar os serviços de proximidade no concelho, facilitando o acesso dos cidadãos, particularmente das comunidades piscatórias de Caminha e de Vila Praia de Âncora, a um conjunto de serviços essenciais ligados à atividade marítima”.

Com isto, o município “promove uma maior simplificação dos procedimentos administrativos, reduzindo a necessidade de deslocações a serviços centrais e contribuindo para uma relação mais eficiente e célere entre os cidadãos e a Administração Pública”.

O protocolo estabelece ainda “um modelo de cooperação entre as entidades envolvidas, garantindo o apoio aos utentes no acesso aos serviços digitais do BMar, bem como a partilha de informação necessária ao cumprimento das respetivas competências”.

locais

Câmara de Famalicão cria 78 lugares de estacionamento junto ao centro de saúde

A Câmara de Vila Nova de Famalicão vai criar 78 novos lugares de estacionamento junto ao centro de saúde da cidade, 48 dos quais num parque subterrâneo.

Em comunicado, o município acrescenta que o parque subterrâneo vai agora para concurso público, com um preço base de 2,6 milhões de euros.

Será construído no subsolo do terreno onde está instalada a Polícia Municipal e outros serviços camarários, junto ao centro de saúde.

A empreitada tem um prazo de execução de 270 dias e implicará também a reabilitação do espaço exterior do centro de saúde e a reconfiguração do acesso aos serviços municipais instalados na Avenida 25 de Abril.

Com esta obra, criam-se 48 lugares no novo parque subterrâneo e mais 30 lugares resultantes da reabilitação do espaço exterior da unidade de saúde.

De acordo com a memória descritiva da empreitada, a proposta garante a funcionalidade, acessibilidade e segurança de utentes, funcionários e veículos e cria uma solução integrada que articula entradas distintas, estacionamentos e percursos pedonais com áreas de circulação e ajardinamento.

O Centro de Saúde de Famalicão está atualmente a ser requalificado, num investimento de cerca de 2,8 milhões de euros, com financiamento Plano de Recuperação e Resiliência. O edifício acolhe três unidades de saúde familiar e uma unidade de cuidados continuados.

A empreitada prevê a melhoria das condições infraestruturais do edifício e a adaptação aos atuais padrões energético.

LOCAIS

Assembleia Municipal de Lisboa aprova Fundo de Emergência Social para freguesias

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou alterações no funcionamento do Fundo de Emergência Social (FES) para apoio às famílias, assim como novos contratos com as juntas de freguesia, no montante total de 4,19 milhões de euros até 2027.

Em causa está o Fundo de Emergência Social e de Recuperação de Lisboa – Vertente de Apoio a Agregados Familiares (FES/RLX – AF), criado em 2012, como um apoio financeiro de natureza excecional às famílias “em situação de carência habitacional grave”, a executar pelas juntas de freguesia ao abrigo de contratos de delegação de competências celebrados com a Câmara Municipal de Lisboa (CML).

A responsável pelo pelouro do Desenvolvimento Social disse que os novos contratos com as juntas de freguesia preveem a transferência de um montante total de 4,19 milhões de euros (ME) até 2027, dos quais 2,93 ME ainda este ano, e ressalvou que “existe sempre a possibilidade de reforçar a verba quando está comprovada a necessidade de ajuste”.

Outro dos pontos da proposta, viabilizado com a abstenção do PS, é para a transferência de verbas para as freguesias de Belém, Carnide, Santa Maria Maior e São Vicente, no total de 47.250,21 euros, devidas pela prestação de apoios previstos no FES.

Por unanimidade, a Assembleia Municipal aprovou ainda uma proposta para a manutenção do FES na vertente de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), com as respetivas regras de funcionamento.

As regras do FES para apoio às famílias mantêm a indicação de que este é um apoio excecional e temporário, de natureza financeira, e que “não pode ser acumulado com quaisquer outros apoios” da CML ou de outras entidades públicas ou privadas, desde que concedidos para os mesmos fins e pelos mesmos fundamentos, e “tem como limite, por agregado familiar em cada ano, o valor de 2.000 euros”, sendo que, em casos excecionais, devidamente justificados, por exemplo, se estiver em causa a subsistência de menores, idosos ou cidadãos com incapacidade, esse limite “passa a corresponder a 3.500 euros”.

Uma das alterações introduzidas é que, “por via de alteração ou reforço da dotação orçamental poderá a Câmara Municipal, excecionalmente, aprovar a definição de novos limites máximos de verbas a transferir para cada freguesia”, mediante apresentação de justificação da execução física e financeira.

regionais

Serviço Regional de Saúde reforça capacidade de resposta nos Açores

O Eurodeputado do PSD Paulo do Nascimento Cabral participou na missão do Partido Popular Europeu (PPE) em Roma, que teve como momentos principais uma missa celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, seguida de uma audiência privada com a Sua Santidade, o Papa Leão XIV, que descreveu como “momentos de grande emoção, que jamais esquecerei, especialmente pelo momento, mas também pela mensagem que o Santo Padre nos transmitiu, de que sendo Cristãos na política, temos o dever de colocar sempre as pessoas no centro da nossa atividade e preocupações políticas”.

“Não estamos perante um sistema em retração. Estamos perante um sistema que se reforça para responder melhor aos açorianos”, reiterou a deputada na Assembleia Legislativa Regional, na Horta.

A parlamentar social-democrata afirmou, no debate de urgência sobre a Saúde no arquipélago, que “a discussão tem de ser feita com seriedade, sem dramatizações nem negações”, sublinhando que falar deste setor é abordar “a vida concreta dos açorianos, que quando marcada por fragilidade na doença, exige confiança”.

Ana Jorge frisou que o Serviço Regional de Saúde tem seguido “um caminho claro, estruturado e exigente”, reconhecendo os desafios existentes, mas salientando que estes estão a ser enfrentados com soluções consistentes e de longo prazo.

A deputada salientou também que “o sistema de saúde nos Açores está hoje mais ativo, mais presente e mais procurado”, o que traduz um aumento efetivo do acesso aos cuidados de saúde e de serviços prestados aos açorianos.

Neste sentido, apontou resultados concretos, indicando que, em 2025, os hospitais da Região realizaram mais de 395 mil consultas externas e cerca de 11.900 cirurgias, “números que refletem um crescimento da capacidade assistencial”.

De acordo com a parlamentar social-democrata, no Hospital do Divino Espírito Santo registou-se igualmente um aumento significativo da atividade, incluindo melhorias na percentagem de cirurgias realizadas dentro dos tempos máximos garantidos.

Ana Jorge destacou igualmente a aposta “na modernização e na proximidade, evidenciada pelo crescimento das teleconsultas, pelo reforço da Linha de Saúde Açores e pela adesão à aplicação mySaúde Açores”.

“Isto mostra um sistema que se adapta à realidade das ilhas, aproximando os cuidados das pessoas e garantindo melhor orientação e resposta”, acrescentou.

A deputada do PSD/Açores enfatizou ainda “o reforço dos recursos humanos, com a entrada de novos médicos, o aumento da cobertura de médico de família — que passou de 65% para mais de 91% — e a forte adesão ao regime de dedicação plena”, traduzindo-se em mais consultas, maior acompanhamento e maior capacidade de resposta.

Além disso, no plano dos investimentos, evidenciou o reforço de mais de 16 milhões de euros em equipamentos médicos e viaturas, destinados às várias unidades de Saúde de Ilha e aos três hospitais da Região.

“Estamos a falar de mais capacidade local, menos deslocações e maior equidade no acesso à saúde”, afirmou Ana Jorge, sublinhando ainda o papel do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado, que garantiu apoio a centenas de utentes, reforçando a dimensão humana da resposta do sistema.

Reconhecendo que persistem desafios na área, a parlamentar social-democrata rejeitou “leituras alarmistas sobre o estado da Saúde na Região, que a oposição procura fazer passar junto dos açorianos”.

regionais

Há uma evolução “clara e objetiva” das políticas públicas de emprego nos Açores

Joaquim Machado, deputado do PSD/Açores, disse que a Região regista uma evolução “clara e objetiva” das políticas públicas de emprego, com reflexo nos principais indicadores económicos e sociais.

“Na política podemos discutir narrativas, mas são os dados que revelam a realidade. E os dados dizem-nos que os Açores estão hoje claramente melhor do que estavam em 2020”, sublinhou o parlamentar social-democrata.

Joaquim Machado interveio na interpelação ao Governo Regional sobre “Emprego e Qualificação Profissional” solicitada pelo Grupo Parlamentar do PSD/Açores, na sessão plenária de maio que decorre na Horta.

No que respeita ao emprego, destacou a redução expressiva do número de desempregados e pessoas em programas ocupacionais precários, que passou de cerca de 11.200, em 2019, para 5.800, em 2026.

Segundo o parlamentar social-democrata, a taxa de desemprego desceu igualmente para “níveis historicamente baixos, fixando-se nos 4,9%, em 2025, abaixo da média nacional”.

“Não estamos a falar de números abstratos, estamos a falar da vida de milhares de açorianos que hoje têm trabalho, rendimento e dignidade”, afirmou.

O deputado salientou ainda o aumento da população empregada na Região, que passou de cerca de 113 mil pessoas no final da anterior governação socialista para mais de 120 mil atualmente, refletindo “mais estabilidade nas famílias, mais dinamismo económico e maior confiança no futuro”.

Para Joaquim Machado, estes resultados decorrem de “políticas consistentes, orientadas para o emprego, a qualificação e o crescimento económico”, bem como do apoio às empresas e do incentivo ao investimento privado.

Relativamente à juventude, evidenciou igualmente a diminuição da taxa de jovens que não estudam, não trabalham nem estão em formação (NEET), que desceu de 19%, em 2020, para cerca de 12%.

Também o abandono precoce da educação e formação profissional registou uma redução relevante, passando de 27% para cerca de 21%.

“Durante anos houve estagnação. Hoje há resultados concretos e uma trajetória de recuperação”, reforçou.

O deputado do PSD/Açores defendeu que esta evolução representa “não apenas uma melhoria quantitativa, mas uma mudança qualitativa”, assente na valorização das pessoas e na aposta “em emprego mais estável e sustentável”.

Apesar dos progressos verificados, Joaquim Machado considerou essencial consolidar os resultados alcançados e enfrentar os desafios futuros, nomeadamente “através da promoção de melhores salários, do equilíbrio entre vida profissional e pessoal e do reforço da articulação entre o sistema educativo e o tecido empresarial”.

Memórias

Memórias & História

Edição n.º 708 do “Povo Livre”, de 25 de maio de 1988.

“Não há razões suficientemente graves: Cavaco Silva condena greve dos médicos”.

convocatórias

CONVOCATÓRIAS PSD

Convocatórias submetidas no SIGMO (área reservada) até às 23h59 de terça-feira

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TÍTULO

Texto

convocatórias jsd

RECEPÇÃO SEGUNDA-FEIRA ATÉ ÀS 18H00 | Email: jsdnacional@gmail.com

I CONSELHO NACIONAL EXTRAORDINÁRIO – 2026/2028

Nos termos do artigo 29.º dos Estatutos Nacionais da Juventude Social Democrata (ENJSD), a requerimento da Comissão Política Nacional, convocam-se os membros do Conselho Nacional para uma reunião extraordinária do órgão em apreço, a ter lugar no dia 31 de maio de 2026 (domingo), a partir das 15h30, por via de meios telemáticos, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto único: Apreciação e Votação do Regulamento de Participação da JSD no 43.º Congresso Nacional do PSD e respetivo rateio, nos termos da al. g) do artigo 27.º dos ENJSD.

MAIA

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais e demais Regulamentos da JSD, convoca-se o Plenário Concelhio da JSD Maia, a realizar no dia 3 de junho de 2026 (quarta-feira) pelas 21h00, na sede do PSD/JSD da Maia, sita na Rua Eng. Duarte Pacheco, n.º 987, 4470-287, com a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações;
  2. Análise da Situação Política;
  3. Outros Assuntos;

VALE DE CAMBRA

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes desta Concelhia, para reunirem no dia 27 de junho de 2026, (sábado), pelas 14h30, na Sede do PSD/JSD – Vale de Cambra, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política Concelhia Vale de Cambra.

Nota: As urnas estarão abertas das 14h30 às 16h30. As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa da Assembleia ou a quem o substitua, até às 23h59m do sétimo dia anterior ao ato eleitoral. A entrega das listas é por via digital para o seguinte endereço eletrónico: goncalorfernandes@gmail.com

errata

NÚCLEO DA TORNADA E SALIR DO PORTO - CALDAS DA RAINHA

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos demais regulamentos aplicáveis convocam-se os militantes do Núcleo de Tornada e Salir do Porto para reunirem no dia 19 de junho de 2026 (sexta-feira) pelas 18h00 na Associação Desportiva Recreativa do Reguengo da Parada, sito à Rua 1.º de Dezembro, n.º 29 – 23, Reguengo da Parada, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto único: Eleição da Mesa do Plenário e da Comissão Política de Núcleo. 

Nota: As urnas estarão abertas entre as 18h00 e as 20h00. As listas deverão ser entregues à Presidente da Mesa do Plenário Concelhio das Caldas da Rainha, via e-mail para bianca.macas@icloud.com até às 23h59 do sétimo dia anterior ao ato eleitoral.

errata

NESD UNIVERSIDADE LUSÍADA DO PORTO

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos demais regulamentos aplicáveis, convocam-se os estudantes da Universidade Lusíada Porto, militantes da JSD para reunirem no dia 5 de junho de 2026, pelas 15 horas, na Sede da JSD Distrital do Porto, sita na Rua Guerra Junqueiro, nº 64 – 4150-386 Porto, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto único: Eleição do Núcleo de Estudantes Sociais Democratas da Universidade Lusíada do Porto.

Nota: As urnas estarão abertas entre as 15h00 e as 17h00. As listas deverão ser enviadas ao Coordenador do Ensino Superior da JSD Distrital do Porto, ou a quem estatutariamente o substitua até às 23h59 do sétimo dia anterior ao ato eleitoral, a entrega das listas deve seguir para o seguinte email: antoniosousagomes2002@gmail.com prazo para correção de eventuais irregularidades, 1 dia após notificação por parte do Coordenador do Ensino Superior da JSD Distrital do Porto.

órgãos eleitos no 29º congresso nacional da jsd

Povo Livre N.º 2398

27 de maio de 2026

Diretora: Emília Santos
Periodicidade: Semanal
Registo na ERC n.º 105690
Propriedade: PSD Partido Social Democrata
Identificação Fiscal: 500835012
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